Sociedade

Português desenha aplicações para empresa dos EUA

Quem gosta de jogar golfe, já tem uma aplicação informática que ajuda a melhorar as técnicas do jogo. Esta é uma aplicação com selo português, onde o utilizador pode aceder a minijogos e receber dicas do desportista Erinie Els.
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Quem gosta de jogar golfe, já tem uma aplicação informática que ajuda a melhorar as técnicas do jogo. Esta é apenas uma das aplicações que o designer gráfico português Luís Vaz tem vindo a desenvolver para o mercado internacional, na área do desporto.
 
Reside em Matosinhos, mas o seu portefólio digital já está nos mercados estrangeiros, desde que decidiu colocar o seu trabalho na plataforma Behance. Luíz Vaz foi o responsável pelo grafismo da aplicação batizada de “Ernie Els”, nome de um famoso jogador de golfe sul-africano, a convite da  prestigiada empresa nova-iorquina Driven Apps, especializada em aplicações móveis na área do desporto.
 
Em entrevista à Lusa, Luís Vaz conta que tudo começou quando “Jake Edwards, da Driven Apps, entrou em contacto comigo após ver o meu portefólio, perguntando se eu queria desenhar uma aplicação de desporto para ‘uma pessoa’”.
 
Depois de aceitar a proposta, Luís percebeu que a aplicação sobre golfe, que foi lançada na passada sexta-feira, estava a ser concebida pelo próprio Ernie Els, vencedor de quatro títulos no Grand Slam. A aplicação permite aceder a minijogos, vídeos e desafios, bem como receber dicas do próprio Ernie Els.
 
Mas esta não é a primeira vez que o português desenha aplicações para a Driven Apps. Da primeira vez, só depois de aceitar o convite é que percebeu que a aplicação que estava a criar – que tinha como objetivo ajudar os praticantes a aperfeiçoar as suas técnicas de basquetebol – estava a ser desenvolvida com a ajuda da estrela dos Miami Heat, Dwyane Wade Driven.
 
O processo de desenvolvimento destas aplicações é feito à distância, com reuniões diárias através do Skype. “Estas aplicações são desenvolvidas por eles e desenhadas por mim, que ajudo no processo, diariamente, debatemos ideias, funcionalidades…” explica Luís.
 
Luís tem 32 anos e é sócio de uma empresa com escritório na Afurada. Apesar do tempo ser pouco, contou à Lusa que é possível conciliar as duas tarefas graças “aos fusos horários, que possibilitam a divisão do tempo de trabalho”. Já que, enquanto ex-jogador de rugby e futebol, sempre quis juntar o trabalho de designer com o desporto.
 

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