Sociedade

Monchique: Autarquia ajuda jovens a comprar casa

A Câmara Municipal de Monchique decidiu apoiar financeiramente os jovens e casais com até 40 anos que queiram comprar ou remodelar casa própria e fixar-se no concelho para combater a desertificação e o envelhecimento populacional.
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A Câmara Municipal de Monchique decidiu apoiar financeiramente os jovens e casais com até 40 anos que queiram comprar ou remodelar casa própria e fixar-se no concelho. A autarquia vai atribuir até 10.000 euros por jovem ou casal com o objetivo de combater a desertificação e o envelhecimento populacional.
 
Em comunicado, a Câmara de Monchique explica que o apoio, que, inicialmente, seria de 5.000 euros, mas cujo valor foi aumentado por iniciativa do presidente, Rui André, foi aprovado por unanimidade durante uma reunião da Assembleia Municipal, devendo a medida entrar em vigor a partir de Fevereiro do próximo ano.
 
Segundo a autarquia, além de procurar contrariar a desertificação e o envelhecimento da população local, a atribuição destes apoios tem como objetivo solucionar os problemas de degradação de alguns dos edifícios da vila, “um património urbanístico que importa preservar e conservar”. 
 
A medida destina-se “a jovens ou jovens casais com idade adulta inferior ou igual a 40 anos, podendo os mesmos acrescentar a este apoio um vasto leque de isenções de taxas e tarifas municipais presentes noutros regulamentos, bem como a oferta de projetos e apoio técnico”, explica a nota de imprensa da Câmara. 
 
“Esta é, naturalmente, uma iniciativa que constitui uma aposta nas políticas vocacionadas para manter e cativar mais jovens que garantam e evitem a desertificação humana a que temos vindo a assistir nas últimas décadas”, considera Rui André, presidente daquela autarquia algarvia.
 
No entender do edil, a medida é “uma espécie de 'dois em um', fixando pessoas e recuperando o [património] edificado” e poderá ser útil não apenas para quem já ali reside, mas também para aqueles que sonham com o desafio de uma vida “na serra e no campo” e desejam “abraçar um verdadeiro movimento de fixação em busca da qualidade de vida e a poucos minutos dos centros urbanos do litoral”.
 
“Apesar da complicada teia burocrática que se apresenta na fase de implementação deste tipo de iniciativas, cumpre-se agora uma aspiração e uma necessidade para este concelho, favorecendo a fixação de pessoas, principalmente aqueles que mais têm saído em busca de melhores condições noutros concelho, os jovens”, termina Rui André.

Notícia sugerida por Maria Manuela Mendes

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