Ciência

Mascar pastilha pode aumentar rapidez do raciocínio

Mascar pastilha elástica faz bem ao cérebro. A garantia é de um novo estudo japonês, que concluiu que quem o faz regularmente fica mais alerta e beneficia de melhorias no raciocínio, apresentando tempos de reação cerca de 10 vezes mais rápidos.
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Mascar pastilha elástica faz bem ao cérebro. A garantia é de um novo estudo japonês, que concluiu que quem o faz regularmente fica mais alerta e beneficia de melhorias no raciocínio, apresentando tempos de reação cerca de 10 vezes mais rápidos que o normal.
 
Um grupo de investigadores do Instituto Nacional de Ciências Radiológicas (NIRS) do Japão publicou, recentemente, os resultados da sua investigação na revista científica Brain And Cognition, defendendo que o incremento da performance cerebral se deverá ao facto de o ato de mascar melhorar, temporariamente, a circulação sanguínea.
 
“Os nossos resultados mostram que mascar pastilha elástica provoca um aumento da atenção e melhora o estado de alerta, além de ter efeitos no controlo motor e, consequentemente, poder conduzir a melhorias no desempenho cognitivo”, explicam os investigadores num comunicado divulgado pelo NIRS.
 
Os investigadores analisaram os cérebros de 17 voluntários durante 30 minutos enquanto estes efetuavam diferentes tarefas, sendo que metade do grupo se encontrava a mascar pastilha e a outra metade não. 
 
Através deste processo, a equipa pretendia apurar que áreas do cérebro eram ativadas por este ato. Depois da análise, os participantes foram convidados a tocar com o polegar num ecrã no exato momento em que este mostrasse uma seta. 
 
Aqueles que não se encontravam a mastigar pastilha demoraram 545 milissegundos a reagir, ao passo que os que estavam a fazê-lo tiveram um tempo de reação mais acelerado: 493 milissegundos. Além disso, os cientistas constataram que o ato de mascar pastilha ativou mais de oito áreas diferentes do cérebro dos voluntários.
 
Embora os resultados tenham sido positivos já várias vozes críticas se levantaram contra as conclusões do estudo, visto que estas podem ter sido afetadas pelo facto de se tratar de um grupo de amostra reduzido e de os participantes envolvidos terem sido, na sua maioria, jovens saudáveis.

Clique AQUI para aceder ao resumo do estudo (em inglês).

[Notícia sugerida por Patrícia Guedes, Maria Manuela Mendes e Diana Rodrigues]

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