Inovação e Tecnologia

Dispositivo ‘wireless’ reforça bateria dos smartphones

Um investigador de Singapura quer revolucionar o modo de carregamento dos smartphones e acabar com os equipamentos e cabos que temos, constantemente, de transportar, para nos mantermos ligados ao mundo. Para isso, desenvolveu um carregador sem fios
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Um dos principais problemas dos smartphones é a sua fraca autonomia. Mas um investigador de Singapura promete resolver esta limitação com um carregador sem fios que é capaz de recarregar o telemóvel em qualquer lugar. 
 
O dispositivo tem o tamanho e a forma de um simples cartão de crédito e só precisa de ser colocado na parte de trás do smartphone para carregar o equipamento. Com um design bastante discreto, e desde que seja previamente carregado, o WiFlux Card não precisa de cabos ou de qualquer outro acessório para cumprir a sua função.


“Toda a gente quer acompanhar o consumo de energia do mundo moderno e, para isso, optam por andar constantemente com baterias extra, carregadores e cabos atrás. Mas embora o carregamento sem fios e as baterias ultrafinas de lítio já sejam uma realidade, o carregamento portátil ainda parece ser uma coisa da idade da pedra”, escreve Raffi Ismail, o jovem por detrás deste dispositivo inovador e prático. 
 
O WiFlux funciona através de uma bobina indutiva, instalada no circuito do carregador. O sistema é constituído por uma fina bateria lítium de 850mAh, um transmissor e um recetor que serve para alimentar o carregador através de uma micro entrada USB. 
 
Ismail está, agora, a tentar angariar fundos na plataforma de 'crowdfunding' Indiegogo, onde estabeleceu como objetivo 75.000 euros, para conseguir avançar com a produção do WiFlux. Caso se venha a concretizar, as primeiras versões do inovador carregador estão previstas estar disponíveis no dia 31 de Janeiro de 2014 e vão custar cerca de 30 euros.
 
Atualmente, estão disponíveis apenas duas versões do carregador WiFlux: uma para o Samsung Galaxy S2, S3 e S4 e outra para o iPhone 4, 4S e 5. No entanto, o criador garante que “se o financiamento conseguido for superior ao esperado, vão ser desenvolvidas versões para outros equipamentos móveis”.

Saiba mais sobre este projeto AQUI.

Notícia sugerida por Maria da Luz

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