Negócios e Empreendorismo

Campo de Ourique em destaque no The New York Times

A zona de Campo de Ourique está a merecer destaque na edição on-line do The New York Times. "De centro revolucionário a paraíso dos amantes do comércio", é o título que Jeanine Barone, a autora, deu ao artigo sobre este bairro da capital.
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A zona de Campo de Ourique está  a merecer destaque na edição on-line do The New York Times. “De centro revolucionário a paraíso dos amantes do comércio”, é o título que Jeanine Barone, a autora, deu ao artigo sobre este bairro da capital.
 
Segundo o jornal norte-americano, “Campo de Ourique tem uma lona história de  exececionalidade”. Depois de sobreviver ao terramoto de 1755, o bairro lisboeta tornou-se um centro de pensamento revolucionário que impulsionou a implementação da República Portuguesa em 1910. 

“Hoje, Campo de Ourique mantém o ambiente de aldeia antiga, com ruas seguras e arborizadas e um parque verdejante no centro”, escreve o jornal, que dá a conhecer uma crescente vertente turística nesta freguesia da capital. 

A jornalista aponta o “afluxo de jovens moradores e uma nova vanguarda de lojas e restaurantes” como principais causadores desta mudança, que está a tornar Campo de Ourique um novo destino turístico a visitar em Lisboa.

Atrações turísticas neste bairro lisboeta

Como sugestões do que fazer e visitar na zona, o The New York Times aponta o quiosque da Hamburgueria da Parada, em pleno Jardim Teófilo de Braga, onde se serve “o tradicional hambúrguer com coberturas convencionais como o molho tzatziki, o queijo cottage e pesto”.


Destaque também para “Picnic in the Grass”, um novo local para refeições ao ar-livre, na Rua Saraiva Carvalho. Trata-se de um espaço “cheio de sol”, mas com a privacidade do hotel que o acolhe.

“Acomode-se num cobertor colorido, aconchegue as almofadas, e sente-se à beira lago enquanto janta gaspacho, carnes fumadas, queijos dos Açores e uma deliciosa mousse de chocolate”, escreve o jornal.

Como sugestão, há ainda a Casa Pélys, uma loja vintage que abriu o ano passado “num antigo estúdio de fotografia”, na Rua Tomás da Anunciação. O espaço mantém alguns dos retratos originais emoldurados, chapéus de veludo, remetentes aos anos 30, e edições de livros de Júlio Verne, datados do início do século XX.

Por fim, e para acabar o dia da forma mais doce, a autora recomenda a Pastelaria Aloma, “uma das pastelarias lisboetas mais antigas”, onde as receitas chegam a ter mais de 70 anos, e que voltou a estar nas bocas do mundo pelo prémio de Melhor Pastel de Nata, ganho pelo segundo ano consecutivo.

Clique AQUI para ler o artigo completo do The New York Times sobre Campo de Ourique.

Notícia sugerida por Elsa Fonseca e Maria Manuela Mendes

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