Sociedade

Bosch vai recrutar 250 engenheiros em Portugal

A Bosch quer contratar 250 novos engenheiros em Portugal até 2020. Já este ano, a multinacional ambiciona recrutar 12.000 novos colaboradores em todo o mundo e os desejos de expansão vão fazer duplicar, no nosso país, o número de profissionais.
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A Bosch quer contratar 250 novos engenheiros em Portugal até 2020. Já este ano, a multinacional ambiciona recrutar 12.000 novos colaboradores em todo o mundo e os desejos de expansão vão fazer duplicar, no nosso país, o número de profissionais que trabalham para a marca nos próximos cinco anos.
 
Em comunicado enviado ao Boas Notícias pela Bosch Portugal, a empresa revela que, além das vagas para engenheiros, haverá também oportunidades pelo mundo “especialmente favoráveis” para licenciados em Tecnologias de Informação. 
 
“Estamos a aumentar o número de colaboradores nas áreas do 'design' e desenvolvimento de software. A conectividade tem ganho cada vez mais importância nas áreas de negócio, das Soluções de Mobilidade à Tecnologia Industrial, e a importância do 'software' acaba por aumentar”, justifica Christoph Kübel, membro do Conselho de Administração e Diretor das Relações Industriais na Robert Bosch GmbH. 
 
A empresa afirma ver Portugal como um país “extremamente competitivo ao nível da produtividade, das infraestruturas e da mão-de-obra qualificada” e, no âmbito do alargamento do número de colaboradores, já anunciou um plano para a duplicação do número de engenheiros alocados a projetos de investigação e desenvolvimento no nosso país até 2020, o que vai implicar “a passagem dos atuais 250 para 500”.
 
A Bosch Portugal adianta ainda que o processo de recrutamento em Portugal “já está aberto” e que, atualmente, há “34 vagas de emprego e estágios profissionais” disponíveis, que serão divulgadas no Encontro Nacional de Engenharia Mecânica a decorrer entre os dias 26 e 30 de Março, na Universidade de Aveiro. 
 
Além disso, dentro de cinco anos, a multinacional pretende “aumentar em 20% a quota de mulheres em cargos de liderança no mundo”. Em alguns países como a China, esta meta já foi superada e, em Portugal, 18% dos colaboradores em cargos de chefia já são, também, do sexo feminino. 

Notícia sugerida por Vítor Fernandes

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