Ambiente

Bióloga portuguesa vence prémio ambiental mundial

Marta Pinto, investigadora portuguesa da Escola Superior de Biotecnologia (ESB) da Católica Porto, acaba de se sagrar a grande vencedora do prémio internacional "Terre de Femmes", atribuído pela Fundação Yves Rocher.
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Marta Pinto, investigadora portuguesa da Escola Superior de Biotecnologia (ESB) da Católica Porto, acaba de se sagrar a grande vencedora do prémio internacional “Terre de Femmes”, atribuído pela Fundação Yves Rocher, que tem por objetivo distinguir mulheres que agem a favor do ambiente.
 
A jovem bióloga, que, como o Boas Notícias já tinha avançado, se encontrava entre as três finalistas da competição, vê-lhe ser, assim, atribuído, o primeiro lugar no concurso graças ao “FUTURO – Projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto (AMP)”, uma iniciativa que visa criar florestas urbanas com árvores nativas naquela região e que até agora já plantou mais de 19.000
 
Em comunicado, Marta Pinto, que desde 2003 se encontra ligada a diversos projetos nas áreas da cidadania e desenvolvimento sustentável desenvolvidos na Católica Porto, afirmou que o prémio é “acima de tudo um reconhecimento à cidadania metropolitana, pois não existiria projeto se as entidades locais e cidadãos não estivessem profundamente envolvidos”.

Árvores plantadas pelas pessoas e para as pessoas
 

O projeto FUTURO, que valeu o galardão à cientista portuguesa, arrancou em 2011 e deverá prolongar-se até 2015, assumindo-se como um esforço conjunto de várias organizações e cidadãos unidos no sentido de potenciar uma melhoria da qualidade de vida dos habitantes da AMP.
 
Este trabalho visa, em suma, que os 16 municípios que compõem esta área sejam matizados com manchas de floresta nativa urbana – espécies como carvalhos, sobreiros, loureiros e pinheiros-mansos – plantadas pelas pessoas e para as pessoas com vista a contribuir para a criação e proteção de bosques metropolitanos.
 
Milhares de árvores foram colocadas já em 13 dos 16 municípios previstos no projeto, tendo sido plantadas ao lado de rios, parques urbanos e áreas de monte dispersas no território com a ajuda de quase 3.000 voluntários.
 
Segundo Marta Pinto e a sua equipa, a plantação de árvores na AMP é “especialmente importante” porque a zona tem menos de 6% de área nativa e o maior número de incêndios do país.
 
Além desta vertente, o raio de atuação do projeto passa também pela formação, nomeadamente pela criação de um Programa de Cidadania Ativa, que contribua para desenvolver condições para a participação pública na melhoria do meio ambiente.

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