Ambiente

Beiras: Empresa trata resíduos de pequenas obras

A Resiestrela, empresa responsável pela gestão de resíduos de 14 municípios da Beira Interior, estabeleceu na passada quinta-feira uma parceria com o agrupamento de empresas CIRVA (Centros Integrados de Reciclagem e Valorização Ambiental), para receb
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A Resiestrela, empresa responsável pela gestão de resíduos de 14 municípios da Beira Interior, estabeleceu na passada quinta-feira uma parceria com o agrupamento de empresas CIRVA (Centros Integrados de Reciclagem e Valorização Ambiental), para receber resíduos gerados em pequenas obras.

“Esta colaboração concretiza e vem dar resposta aos anseios dos pequenos produtores de resíduos de construção e demolição, que se deparavam com a inexistência de locais apropriados para a sua deposição, o que levava a que os mesmo fossem muitas vezes lançados de forma incorreta nas nossas florestas e locais ermos, atentando contra o ambiente”, afirma Carlos Pais, administrador da Resiestrela, citado em comunicado.

No arranque desta parceria, o Ecocentro do Sabugal é o primeiro em que já podem ser depositados os resíduos de construção e demolição resultantes de pequenas obras de particulares, até um metro cúbico.

Os resíduos vão poder ser depositados “nos ecocentros que a Resiestrela opera na área de incidência da Associação de Municípios da Cova da Beira”, explicou Carlos Pais, acrescentando que podem ser entregues “resíduos de construção e demolição resultantes de pequenas obras de construção civil de particulares, sem encargos, desde que a quantidade não ultrapasse um metro cúbico”.

Depois da deposição, está previsto o tratamento e a valorização ambiental pelo CIRVA (Centros Integrados de Reciclagem e Valorização Ambiental) nas instalações que o agrupamento de empresas tem naquele concelho.

“É nossa intenção alargar a nossa parceria a outras regiões do país, como forma de abrangermos a maior área possível de Portugal, e dessa forma apresentar mais e melhores soluções para a questão dos resíduos de construção e demolição”, adiantou Nuno Santos, administrador da CIRVA.

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