Cultura

2013: Monumentos nacionais com 3,4 milhões de visitas

Os monumentos, museus e palácios portugueses receberam, em 2013, um total de 3,4 milhões de visitantes, valor que representa um aumento de 7,9% no número de entradas em comparação com o ano anterior, segundo as estatísticas oficiais.
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Os monumentos, museus e palácios portugueses receberam, em 2013, um total de 3,4 milhões de visitantes, valor que representa um aumento de 7,9% no número de entradas em comparação com o ano anterior, segundo as estatísticas oficiais.
 
De acordo com dados avançados pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) e citados pela Lusa, passaram por estes espaços culturais 3.427.349 visitantes, mais 251.764 do que em 2012, onde se registaram 3.175.585 entradas. 
 
Ainda segundo as estatísticas da DGPC, entidade que tutela este universo patrimonial público, os monumentos registaram, em 2013, 1.992.340 entradas, os museus somaram 938.862 entradas e os palácios acumularam 498.147 visitas. 
 
Observou-se, portanto, no ano transato, uma subida de 4,1% de visitas nos monumentos e de 74,3% nos palácios, ao passo que os museus sofreram uma queda de 3,9%  no número de entradas face a 2012. 
 
Para a DGPC, o aumento exponencial de visitas aos palácios portugueses no ano passado deve-se, sobretudo, à exposição da artista plástica Joana Vasconcelos no Palácio Nacional da Ajuda que, sozinha, registou um total de 235.372 visitantes, o equivalente a cerca de 47% das entradas totais nos palácios. 
 
O aumento das visitas surgiu também associado ao contributo de iniciativas como as organizadas, em Maio, para celebrar a Noite e o Dia Internacional dos Museus, a abertura dos espaços museológicos no período noturno e as atividades dos serviços educativos. 

Mais de oito milhões de euros em bilheteira
 

A DGPC adiantou ainda que o público com entrada paga nos monumentos, museus e palácios continuou, tal como em 2012, a assumir-se como a parcela mais importante no número global de visitas, tendo aumentado em 303.396 visitantes (17,5%).
 
Em 2013, as receitas de bilheteira aumentaram, portanto, 18,7% (mais 1.332.286,61 euros) em relação ao ano anterior, ultrapassando os oito milhões de euros. 
 
De salientar que a análise estatística em causa diz respeito aos equipamentos culturais integrados na DGPC, com exceção da Galeria do Rei D. Luís I, no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, que não possui uma programação regular de exposições.
 
Fora destas estatísticas ficam igualmente o Palácio da Pena, o Palácio Nacional de Sintra e o Palácio Nacional de Queluz, entre outros, geridos pela empresa Parques de Sintra – Monte da Lua.

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