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Vídeo: Mulher de 42 anos ouve pela primeira vez

A britânica Joanne Milne, de 42 anos, é surda desde nascença mas graças a um implante coclear conseguiu ouvir pela primeira vez. A consulta de ativação do dispositivo foi registada em vídeo que mostra Joanne emocionada e em lágrimas ao ouvir o som da
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A britânica Joanne Milne, de 42 anos, é surda desde nascença mas graças a um implante coclear conseguiu ouvir pela primeira vez. A consulta de ativação do dispositivo foi registada em ví­deo. As imagens mostram Joanne emocionada, em lágrimas, ao ouvir o som da sua própria voz.
 
Joanne nasceu com a doença rara de Sí­ndrome de Usher, que a deixou surda logo à nascença e tem provocado perda da visão desde os vinte anos.
 
Após a cirurgia de colocação dos implantes cocleares, no Hospital Queen Elizabeth, Reino Unido, Joanne esperou cerca de quatro semanas para que os médicos pudessem ligar os aparelhos para ver se a operação tinha sido um sucesso.
 

O vídeo, foi registado pela sua mãe e mostra a médica a dizer os dias da semana a Joanne que reage com surpresa e emoção ao ouvir som pela primeira vez.
 
“ɉ fantástico”, afirma a inglesa, entre lágrimas. “É um grande acontecimento na tua vida, deves estar muito orgulhosa de ti mesma”, diz a médica a Joanne ainda em choque.
 
Em declarações ao Daily Mail, a paciente revela que “ouvir pela primeira vez foi muito emocionante, desde o clique de um interruptor de luz até à água a correr” e antevê já “uma mudança de vida”.
 
O Hospital Queen Elizabeth, em Birmingham, é um dos vinte centros no Reino Unido que realiza implantes cocleares. Estes dispositivos eletrónicos, implantados cirurgicamente e conectados ao cérebro, proporcionam uma sensação de som a uma pessoa que está profundamente surda ou com graves problemas auditivos.
 
A qualidade do som é menos clara do que a audição natural, mas os pacientes com os implantes são capazes de ouvir e entender o som ambiente e a fala.
 
“Estou muito feliz. Ao longo das últimas 48 horas ouvi pessoas a rirem-se, os pássaros a cantarem e os meus amigos…eles já não têm que tocar no meu braço para chamar a minha atenção”, conta Joanne Milne.
 
Notícia sugerida por Céline e Maria da Luz

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