Ambiente

Novas hortas comunitárias na região do Douro

Duas novas iniciativas vão promover a criação de hortas comunitárias na região do Douro. A Corticeira Amorim está a disponibilizar vários terrenos desocupados, dentro do perímetro das próprias fábricas, e a Câmara Municipal de Vale da Cambra vai cede
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Duas novas iniciativas vão promover a criação de hortas comunitárias na região do Douro. A Corticeira Amorim está a disponibilizar vários terrenos desocupados, dentro do perímetro das próprias fábricas, e a Câmara Municipal de Vale da Cambra vai ceder um terreno para o mesmo efeito.

A Câmara Municipal de Vale de Cambra vai disponibilizar mais de 1.000 metros quadrados em espaços urbanos para a criação de hortas, privilegiando na atribuição dos lotes as famílias mais carenciadas.

De acordo com a Lusa, esta medida visa melhorar a qualidade de vida das populações locais e potenciar a sustentabilidade ambiental.

Para a primeira fase do projeto estão disponíveis 21 parcelas de terreno, cada uma das quais com 50 metros quadrados.  A distribuição dos terrenos verificar-se-á de acordo com quatro critérios: a ordem de inscrição, a carência económica do agregado familiar, a situação de desemprego de um ou mais dos elementos da família e, finalmente, a residência nas freguesias urbanas do concelho.

Em igualdade de circunstâncias, as famílias com três elementos terão direito a uma parcela de terreno, enquanto os agregados com quatro pessoas ou mais terão direito a uma parcela adicional.

Os interessados em aderir ao programa deverão inscrever-se para o efeito através dos serviços da autarquia e tudo aponta que, uma vez concluído o processo de atribuição dos terrenos, esses possam começar a ser lavrados já no final do Verão.

1.400 metros quadrados de hortas em Sta. Maria da Feira

Segundo a Agência Lusa, os 1.400 metros quadrados de terreno da Corticeira Amorim destinados às hortas, na região de Santa Maria da Feira, já começaram a ser lavrados por vários funcionários da corticeira. Todos podem participar, desde os provenientes dos quadros dirigentes, aos operadores de máquinas e técnicos de laboratório.

O projeto insere-se na estratégia ambiental e social da empresa, aliando o aproveitamento saudável das terras inutilizadas às necessidades dos colaboradores.

Alface, couves, cebolas, feijão-verde, pepinos, morangos, tomates, alfazema e abóboras são alguns dos produtos já plantados no terreno situado nas traseiras da unidade industrial de Amorim. Nestas cultivações os químicos são proibidos, substituídos por fertilizantes naturais.

[Notícia sugerida por Vítor Fernandes]

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