Sociedade

Fábrica de chocolates de Barcelos retoma produção

Entrou em falência em 2004, mas agora apresenta uma faturação superior a meio milhão de euros: a Avianense, a mais antiga fábrica de chocolates de Portugal, situada em Durães, Barcelos, produziu 100 toneladas este ano e em 2011 terá novas instalações
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Entrou em falência em 2004, mas agora apresenta uma faturação superior a meio milhão de euros: a Avianense, a mais antiga fábrica de chocolates de Portugal, situada em Durães, Barcelos, produziu 100 toneladas este ano e em 2011 terá novas instalações e irá contratar mais trabalhadores.

Foi pela mão de Luciano Costa que, em 2005, a fábrica retomou a produção, quando o empresário comprou a marca de chocolates de Viana do Castelo, bem como a sua frota e equipamentos. A Avianense ficou desde aí a funcionar em Barcelos, no espaço de uma fábrica de confeções, mas Luciano Costa pretende aproximá-la da sua terra natal.

“Vamos ficar mais perto de Viana, ou seja, a 100 metros do rio Neiva, que é o início do concelho, na fronteira com o de Barcelos”, explicou o empresário ao Diário de Notícias (DN), referindo-se às novas instalações que a fábrica ocupará em 2011.

Nessa altura, os postos de trabalho também devem triplicar: o número de trabalhadores passará de 10 para 30, estando igualmente prevista a triplicação da produção anual de 100 para 300 toneladas de chocolate.

Além disso, Luciano Costa prevê que o novo espaço da fábrica tenha novas valências, tais como um museu dedicado à história da Avianense e do fabrico do chocolate. Aí será recordado o famoso “Imperador”, um bombom feito com amêndoa torrada nacional e chocolate de leite.

“É o nosso ex-líbris e o produto que mais vendemos. Só tenho pena é de não ter tudo pronto já este ano”, confessa o empresário ao DN.

Fundada em 1914, a fábrica Avianense foi declarada falida pelo Tribunal Judicial de Viana do Castelo a 24 de setembro de 2004, lançando para o desemprego 48 trabalhadores. Em causa estavam dívidas avaliadas em 2,155 milhões de euros; o Estado era o maior credor, reclamando 1,142 milhões de euros respeitantes a IRS, IVA e Segurança Social.

[Notícia sugerida pela utilizadora Raquel Baêta]

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