Ambiente

Decréscimo nos níveis de CO2 mantém-se estável

Com a recessão económica as atividades industriais nos países ricos abrandaram, o que contribuiu para uma quebra nas emissões de dióxido de carbono na ordem dos 7 por cento.
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Com a recessão económica as atividades industriais nos países ricos abrandaram, o que contribuiu para uma quebra nas emissões de dióxido de carbono na ordem dos 7 por cento.

Quem fica a ganhar é o planeta e o clima que respira mais leve com o decréscimo de cerca de 800 milhões de toneladas de emissões desta substancia prejudicial para a atmosfera.
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A descida poderia ter sido maior se a China e a Índia, países em franco crescimento, tivessem também baixado em vez de aumentar a sua produção o que faz com que os valores se mantenham estáveis nos 7% desde 2009 pela primeira vez desde 1992.

“Grande parte da capacidade de produção foi suspensa, mas isso pode ser retomado à medida que a economia for recuperando. (…) No entanto, a recessão económica mostrou que estes países podem alcançar suas metas de redução mais facilmente” de forma a cumprir as metas do protocolo de Quioto, disse ao The Guardian, a porta-voz Anneke Oosterhuis, da Netherlands Environmental Assessement Agency (NEAA).

Os números vêm descansar a maioria dos países considerados ricos que estão comprometidos legalmente a reduzir as emissões em coletivo para os 5.2 por cento até 2012.

Pode consultar o estudo completo da NEAA clicando aqui.

[Notícia sugerida pela utilizadora Sara Saraiva]

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