Sociedade

Aveiro, uma cidade amiga dos peões

Segundo uma avaliação realizada por consultores do organismo europeu "Active Acess" (AA), Aveiro é uma boa cidade para andar a pé, graças à qualidade das suas infraestruturas pedonais na zona turística. Ainda assim, foram detetados alguns "pontos neg
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Segundo uma avaliação realizada por consultores do organismo europeu Active Access, Aveiro é uma boa cidade para andar a pé, graças à qualidade das suas infraestruturas pedonais na zona turística. Ainda assim, foram detetados alguns “pontos negros” que a autarquia se compromete a eliminar até 2012.

O projeto Active Access avalia o índice de pedonalidade – ou seja, as condições das zonas para peões – em 13 países europeus. Em Aveiro foi avaliada a zona entre o Centro Comercial Fórum e a Praça do Peixe, tendo em conta critérios como a presença e manutenção de infraestruturas adequadas, possíveis conflitos com veículos motorizados, acessibilidades, sombra, presença de água, árvores ou a estética dos edifícios.

A qualidade das infraestruturas para peões entre o Fórum e o Rossio foi classificada como “média” e entre o Rossio e a Praça do Peixe como “muito boa”.

Por isso, esta “é uma boa cidade para andar a pé”, garante o consultor Mário Alves ao Jornal de Notícias. “É uma zona bonita e confortável para andar, onde se tem investido muito na pedonalidade. Há muitos parques de estacionamento aqui perto onde as pessoas podem deixar as viaturas e ir a pé”, acrescenta.

No entanto, foram também verificados alguns problemas, sobretudo nas zonas de urbanismo mais recentes, “porque se privilegiam os automóveis”. O presidente da Associação Comercial, Jorge Silva, criticou a falta de “limpeza” na Praça do Peixe; já João Barbosa, presidente da Junta de Vera Cruz, pediu mais atenção à “manutenção das estruturas e iluminação”.

Frisando ao Jornal de Notícias que “a calçada portuguesa é de difícil manutenção”, o vice-presidente da Câmara de Aveiro, Carlos Santos, garantiu contudo que serão reunidos todos os esforços para eliminar os problemas detetados, conforme prevê o projeto europeu, iniciado em agosto de 2009 e com duração de três anos.

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