Negócios e Empreendorismo

Urbanos vai manter 2 mil funcionários da Groundforce

A Urbanos vai apostar na racionalização de meios e em novas sinergias para "estancar os resultados negativos" da Groundforce e garantir a manutenção dos dois mil trabalhadores.
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A Urbanos vai apostar na racionalização de meios e em novas sinergias para “estancar os resultados negativos” da Groundforce e garantir a manutenção dos dois mil trabalhadores.

A Autoridade da Concorrência (AdC) validou, na quarta-feira passada, o acordo assinado em Dezembro que previa a venda da maioria (50,1 por cento) do capital social da empresa Groundforce – de assistência aos aeroportos – , detido pela TAP, ao Grupo Urbanos. Para o negócio ficar concluído falta apenas o aval do Governo.

O presidente do Grupo Urbanos, Alfredo Casimiro, disse à Lusa que espera conhecer a posição do executivo sobre o negócio “nos próximos dias” para que possa pôr em marcha a sua estratégia para “estancar os resultados negativos” que a Groundforce tem apresentado nos últimos anos.

A estratégia do grupo de logística assenta, segundo Alfredo Casimiro, numa “maior racionalização dos meios disponíveis, nomeadamente do equipamento, na aplicação do novo Acordo de Empresa (AE) e na criação de maiores sinergias com os clientes”.

Urbanos vai manter os trabalhadores efetivos

O presidente da Urbanos acredita que será possível voltar a haver “paz social” na Groundforce e garante a manutenção dos dois mil trabalhadores efetivos da empresa.

“A Groundforce tem atualmente cerca de 2.650 trabalhadores, sendo 650 contratados ou a prazo. Sobre os dois mil trabalhadores efetivos, não há qualquer perigo de vir a haver despedimentos”, afirmou Alfredo Casimiro, admitindo, contudo, uma redução no recurso ao trabalho temporário, que “apenas se justifica em períodos de pico” de atividade.

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