Sociedade

Sintra cria equipa para dar apoio aos sem-abrigo

O munícipio de Sintra prepara-se para criar uma equipa de intervenção de rua de apoio aos sem-abrigo, bem como um sistema de camas de emergência social para famílias carenciadas, desalojadas ou em risco de perder alojamento.
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O munícipio de Sintra prepara-se para criar uma equipa de intervenção de rua de apoio aos sem-abrigo, bem como um sistema de camas de emergência social para famílias carenciadas, desalojadas ou em risco de perder alojamento.
 
O projeto foi anunciado esta quinta-feira e resulta de uma colaboração entre a Câmara de Sintra, o Instituto das Irmãs do Sagrado Coração de Jesus e a VITAE – Associação de Solidariedade e Desenvolvimento Internacional.
 
Segundo Paula Simões, vereadora da autarquia com o pelouro da Ação Social, este é uma iniciativa que se divide em duas vertentes: uma destinada a apoiar e reintegrar os sem-abrigo e outra com o objetivo de recolher famílias sem alojamento.
 
“É um projeto complementar de apoio extra ao que a Segurança Social faz. As irmãs Hospitaleiras garantem cinco camas a pessoas que se podem ver privadas das suas casas. Não é só um abrigo temporário porque vai trabalhar-se na recuperação de projetos de vida das pessoas”, explicou, em declarações à Lusa.
 
De acordo com a vereadora, esta resposta assegurará apoio social, psicológico, jurídico, atividades ocupacionais, formativas e pedagógicas tendo como objetivo a reinserção socioprofissional dos utilizadores.
Além disso, a Câmara está ainda a negociar com a Segurança Social a criação de mais 40 camas destinadas a famílias desalojadas ou que se encontrem em risco de perder as suas habitações. 

O novo projeto destinado à reinserção dos sem-abrigo e ao auxílio às famílias desalojadas será da responsabilidade técnica da VITAE, associação que se tem dedicado, no concelho de Sintra, ao desenvolvimento de várias ações na área da toxicodependência, mais concretamente na área da redução de riscos e minimização de danos, e vai funcionar na Casa de Saúde da Idanha.

Município atribui 800 euros por ano às famílias carenciadas
 

A vereadora salientou que, num ano em que a crise se tem acentuado, tem também aumentado o número de pedidos de apoio feitos à autarquia no sentido do pagamento de rendas, água, luz ou eletricidade ou até mesmo, por exemplo, para a aquisição de óculos. 
 
Consequentemente, o município tem em funcionamento um programa que atribui 800 euros por ano a famílias carenciadas ou pessoas isoladas com o propósito de ajudar a pagar essas despesas.

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