Ciência

Portuguesa à frente de maior rede europeia de museus

Rosalia Vargas, presidente da Ciência Viva e diretora do Pavilhão do Conhecimento, foi eleita presidente da European Collaborative for Science, Industry and Technology Exhibitions (ECSITE).
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Rosalia Vargas, presidente da Ciência Viva e diretora do Pavilhão do Conhecimento, foi eleita presidente da European Collaborative for Science, Industry and Technology Exhibitions (ECSITE), a maior rede europeia de museus e centros de ciência. 
 
Este é a primeira vez que uma mulher e Portugal chegam à chefia da maior entidade de cooperação europeia para a divulgação da ciência, da indústria e da tecnologia. 
 
Em declarações à agência Lusa, Rosalia Vargas considera “importante que outros países reconheçam em Portugal a capacidade para presidir a uma instituição” como o ECSITE. Para a portuguesa, a sua nomeação traduz-se numa “voz mais presente de Portugal num grande organização internacional” e constitui o “reconhecimento do trabalho desenvolvido na Ciência Viva”.
 
Atualmente, o ECSITE conta com mais de 400 associados de 50 países diferentes, incluindo centros de ciência, museus, zoos, aquários, universidades e empresas de comunicação de ciência.
 
À frente da Ciência Viva desde 1996, Rosalia Vargas é agora a primeira presidente do ECSITE eleita para um mandato de dois anos pelos membros da organização. Até então, o presidente era designado apenas pelo Conselho de Direcção do ECSITE.
 
No programa da sua candidatura, a portuguesa defendeu “o estabelecimento de alianças além da Europa”, por exemplo em África e na Ásia, adiantando que a Ciência Viva tem o primeiro programa em curso “para a instalação de um grande centro de ciência”, em Angola.

Notícia sugerida por Maria Manuela Mendes e António Resende

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