Desporto

Pilotos portugueses destacam-se no Rali de Marrocos

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A equipa portuguesa a participar no Rali de Marrocos está a dar cartas. Esta segunda-feira o motociclista Paulo Gonçalves terminou em segundo lugar e o campeão do mundo, Hélder Rodrigues, ficou em quarto na primeira etapa da competição. Nos camiões, Elisabete Jacinto conquistou o terceiro lugar. Nos automóveis o português Ricardo Leal dos Santos ficou na quarta posição.

Começou bem o primeiro dia de prova para os portugueses que representam as cores lusas no Rallye Oilibya du Maroc 2011. Paulo Gonçalves competiu lado a lado com Hélder Rodrigues e conseguiu mesmo bater a marca do recém campeão do mundo.

Paulo Gonçalves conduziu uma Husqvarna e terminou a prova em segundo lugar, 03,89 minutos do espanhol Joan Barreda que concluiu os 349 quilómetros em 3.53,15 horas.

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Hélder Rodrigues acabaria por ser prejudicado pela sua tarefa de abrir a pista, já que foi obrigado a cruzar-se com “dezenas de veículos em sentido contrário entre os quais três camiões, vários carros e algumas motorizadas”, informa o comunicado de imprensa. Além disso uma avaria no seu ico agravou ainda mais as suas dificuldades, dificultando a navegação do piloto.

“Era uma etapa com zonas muito perigosas com os riscos a aumentarem pelo facto de me ter cruzado com tantos veículos. Mas o maior problema foi quando o ico se avariou. Amanhã parto de trás e vou tentar vencer a etapa e recuperar parte do tempo que hoje perdi”, garantiu em comunicado.

Ricardo Leal prejudicado na troca de pneus

Ao mesmo tempo, mas nos carros, Ricardo Leal dos Santos lutava por conseguir uma boa posição na prova. O piloto do Monster Energy X-raid Team conseguiu o quarto lugar com uma vantagem de 41s sobre o holandês Ten Brinke e de 4m14s sobre o seu companheiro de equipa Nani Roma. As dificuldades viriam na zona de troca de pneus, segundo explica o comunicado de imprensa.

“Fico muito satisfeito por ter conseguido rodar na frente. Foi a primeira vez que estive na liderança de uma prova internacional desta envergadura e com tantos adversários de peso na lista de inscritos. Foi pena termos perdido tanto tempo a mudar uma roda, mas as fixações do hidráulico tinham-se desapertado e o Paulo teve que encontrar uma solução improvisada para que ele descesse”, explicou à chegada a Zagora o piloto português apoiado pela Delta Q.

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Nos camiões, Elisabete Jacinto entrou muito bem na prova e foi mesmo a primeira a arrancar para o setor seletivo. A portuguesa terminou a prova em terceiro, depois de ter estado grande parte da etapa em luta direta com o ex-campeão do mundo de ralis Miki Biasion.

“Estou muito contente com a minha prestação de hoje até porque ontem, depois de ver estes ‘maquinões’ todos e tantos pilotos de primeiro plano, não sabia muito bem o que é que conseguiria fazer contra eles com o nosso MAN TGS de série”, revelou.

Os pilotos enfrentam hoje a etapa “Cheggaga Express”, que marca o encontro dos concorrentes com a areia e as dunas.

[Notícia sugerida por Vitor Fernandes] 

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