Saúde

Mamografia pode ser substituída por infravermelhos

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Pesquisadores israelitas desenvolveram uma nova mamografia que pode vir a substituir a tradicional. Em vez de recorrer a radiografias, este método consegue detetar cancro da mama através de infravermelhos, uma tecnologia mais imediata e menos dolorosa para a mulher.

A mamografia é um exame mamário que, embora recorrente, implica quase sempre dor para a mulher. Agora, este exame pode ser substituído por um menos agressivo, com base em imagem de infravermelhos e sem envolver radiação.

Dhavid Izhazy, investigador envolvido no projeto, explicou à Reuters que este sistema “tem uma sensibilidade elevada para detetar cancro da mama” e “é muito confortável porque não se aplica qualquer tipo de pressão na mama”.

Através do computador, é possível ver, em tempo real e imediatamente, os sinais térmicos enviados pelas células cancerígenas Este exame é, portanto, mais rápido, sem precisar na análise posterior de um especialista e promove uma “avaliação automática do risco”, segundo Izhazy.

Em Israel, já foram realizados testes em seis centros médicos, envolvendo mais de 100 mulheres. Os resultados mostraram uma eficácia de 92 por cento, um valor muito acima do que na mamografia tradicional. Seguem-se agora novos testes a realizar nos EUA e na Europa.

[Notícia sugerida por Soraia Oliveira Gomes]

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