Cultura

Havana: Centro histórico inaugura estátua de Camões

Em pleno centro histórico de Havana, em Cuba, acaba de ser inaugurada uma estátua alusiva ao poeta português Luís de Camões. A mesma encontra-se próxima aos espaços frequentados por alguns dos maiores nomes da literatura.
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Em pleno centro histórico de Havana, em Cuba, acaba de ser inaugurada uma estátua alusiva ao poeta português Luís de Camões. A mesma foi doada pelo Instituto Camões ao Colégio Universitário San Gerónimo de Havana e encontra-se próxima aos espaços frequentados por alguns dos maiores nomes da literatura. 
 
São exemplo o Hotel Ambos Mundos, onde se hospedava o escritor norte-americano Ernest Hemingway e cujo quarto é possível visitar, e também o café La Columnata Egipciana, frequentado por Eça de Queirós e onde existe um painel de Almada Negreiros. 
 
A inauguração foi feita por Luís Campos Ferreira, secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, e contou com a presença dos embaixadores dos países de língua portuguesa em Cuba. “É uma homenagem a Portugal e a um escritor português, mas também à língua portuguesa, que tem mais de 250 milhões de falantes e é a língua mais falada no hemisfério sul”, afirma o responsável.
 
Para este, o regime cubano está a registar “uma evolução muito notória” que, aliás, tem sido também verificada por outros países europeus. “Cuba está no radar dos grandes países e dos grandes interesses europeus”, afirma. “Portugal também sente essa oportunidade e Cuba deu a Portugal essa oportunidade”.
 
Por isso mesmo, defende que Havana pode representar, a curto prazo, uma oportunidade de negócio para empresas portuguesas nas energias renováveis, indústria farmacêutica e turismo.
“Há uma grande possibilidade de desenvolvermos relações económicas, desde já, a curto prazo, na área das energias renováveis, mas também no setor da indústria farmacêutica, principalmente de genéricos, e do turismo”, disse aos jornalistas.
 
“A economia dos países da América do Sul apresenta neste momento um conjunto de necessidades e oportunidades que as empresas portuguesas estão em condições de dar uma resposta capaz, competente e interessante”, refere, dando destaque a setores como as tecnologias da comunicação e da informação, as energias renováveis, de construção civil ou agroalimentares.

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