Sociedade

Estudantes portugueses levam videojogo além fronteiras

Um grupo de alunos da Universidade de Coimbra desenvolveu um jogo de computador que vem desafiar as leis da gravidade e pôr à prova até a destreza dos mais experientes.
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Um grupo de alunos da Universidade de Coimbra desenvolveu um jogo de computador que vem desafiar as leis da gravidade e pôr à prova até a destreza dos mais experientes. De seu nome 'Gravity Forge', o projeto surgiu no âmbito da cadeira de Multimédia, mas já chegou a dois sites de jogos internacionais da Internet.
 
Leonardo, Joaquim, Bruno, João Oliveira e João Simões são os nomes por detrás deste jogo de plataformas que, ao longo de 15 níveis, desafia os jogadores a ultrapassar obstáculos e cumprir missões em situações de gravidade invertida. O conceito inovador tem vindo a conquistar adeptos, pelo que os criadores decidiram apostar na sua internacionalização.
 
“No nosso jogo podemos estar a andar normalmente e, de repente, parece que o mundo vira e já estamos a andar de pernas para o ar”, conta Bruno Caceiro, um dos criadores. “Isso obriga-nos a pensar de uma maneira diferente do que nos jogos normais, em que a gravidade está sempre estável e vamos simplesmente andando ao longo das plataformas. Aqui, do nada, tudo isso pode mudar e é essa a nossa principal novidade”.
 
Inicialmente pensado para um projeto da unidade curricular de Multimédia, o 'Gravity Forge' acabou por ser submetido a avaliação por um júri da Sociedade Portugesa de Ciências dos Videojogos, ao fim de alguns meses de trabalho. 


“Aquilo que nos dá gozo nos jogos, é que eles sejam difíceis e nos façam sentir que, quando conseguimos ultrapassar os obstáculos, estamos a melhorar e que realmente nos divertimos e gostámos de estar a jogar. Foram estas as nossas principais preocupações e apostas no 'Gravity Forge', revela João Oliveira à RTP.

No terceiro ano do curso de Engenharia Informática, os cinco colegas já conseguiram fazer chegar o jogo a dois conhecidos sites de jogos na Internet, pondo à prova as capacidades até dos jogadores mais experientes. 
 
“É algo que sempre quisemos fazer mas que tivemos de esperar que tivesse qualidade suficiente para ser lançado”, conta Joaquim Mendes, um outro elemento da equipa de criadores. “Curiosamente o processo até nem foi assim tão complicado. O que deu mais trabalho foi mesmo fazer o jogo em si”.
 
Paulo Carvalho, o docente de Multimédia que impulsionou todo o projeto, refere que o 'Gravity Forge' não precisa de “ser um jogo muito evoluído do ponto de vista gráfico”. Basta ter jogabilidade e captar a atenção dos utilizadores, um campo onde “aparentemente está a ter imenso sucesso.” 

Saiba mais AQUI, na página de Facebook do jogo.

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