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Cultura avieira património nacional

A identidade dos pescadores avieiros e a sua cultura serão elevados a património nacional num projeto de recuperação de várias aldeias avieiras, criando desta forma mais de 450 postos de trabalho.

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A identidade dos pescadores avieiros e a sua cultura serão elevados a património nacional num projeto de recuperação de várias aldeias avieiras, criando desta forma mais de 450 postos de trabalho.

Oriundos de Vieira de Leiria, os pescadores avieiros chegaram, de barco ou em carroças, em meados do século XIX às margens dos rios Tejo e Sado e ali se mantêm até hoje.

O coordenador do projeto de candidatura a património nacional, João Serrano, explicou à agência Lusa que o objetivo é “criar um novo destino turístico para o país”, num conjunto de programas que estimam criar 127 postos de trabalho diretos e de 350 a 360 indiretos.

“Este destino turístico já está aprovado pelo PROVERE [Programas de Valorização Económica de Recursos Endógenos]. É um projeto de investimento que envolve 41 instituições e 59 projetos de investimento e prevê ligar pelo Tejo desde a Marina do Parque das Nações até Constância, sendo que o Tejo só é navegável até Valada”, adiantou João Serrano.

Este projeto orçado em cerca de 30 milhões de euros prevê uma vertente de turismo fluvial que partirá do Parque das Nações e localidade de Valada, e dai por barcos mais leves ou autocarros até Constância.

O projeto de elevar a cultura avieira a património nacional nasceu há cerca de quatro anos, tendo sido aprovado em julho de 2009, numa iniciativa do Instituto Politécnico de Santarém (IPS), através do Gabinete da Cultura Avieira.

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