Ciência

Champanhe mais antigo encontrado no fundo do mar

Foi nas águas do mar Báltico que uma equipa de mergulhadores encontrou entre os destroços de um navio afundado cerca de 30 garrafas de champanhe. Os descobridores acreditam tratar-se do champanhe mais antigo e consumível do mundo, um Veuve Clicquot q
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Foi nas águas do mar Báltico que uma equipa de mergulhadores encontrou entre os destroços de um navio afundado cerca de 30 garrafas de champanhe. Os descobridores acreditam tratar-se do champanhe mais antigo e consumível do mundo, um Veuve Clicquot que terá sido enviado pelo rei Luis XVI em 1780 para a corte imperial russa.

A descoberta deste espumante bicentenário, que ainda tem efervescência no interior da garrafa e “um sabor fabuloso”, segundo uma enóloga que o provou, ocorreu a 55 metros de profundidade na costa das ilhas Aaland, um arquipélago situado no meio do caminho entre a costa sueca e finlandesa.

“Estamos em contato com (o fabricante deste champanhe) Moët & Chandon e é 98% certo de que se trata de um Veuve Clicquot”, declarou à AFP Christian Ekström, chefe da equipa de mergulhadores que fez a descoberta e que também provou o champanhe.

“Foi fantástico (.) tinha um sabor muito doce, sabia a carvalho e tinha um odor forte a tabaco. E tinha imensas borbulhas muito pequenas”, contou Ekström à Reuters.

Se a data e a origem forem confirmadas, será o champanhe mais antigo do mundo, um recorde que atualmente é da garrafa Perrier-Jouët de 1825, degustada no ano passado por alguns enólogos.

A especialista avaliou o preço mínimo de cada garrafa em 68 mil dólares. “Mas se for efetivamente o vinho de Luis XVI, poderão valer milhões”, adiantou a enóloga.

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