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Autoridades cubanas libertam prisioneiro político

O governo cubano libertou no sábado Ariel Sigler, de 47 anos, um prisioneiro político condenado a 20 anos de prisão por dissidência ao regime de Castro. Outros seis prisioneiros puderam ainda ser transferidos para prisões das suas províncias para mai
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[Imagem: Reuters]

O governo cubano libertou no sábado Ariel Sigler, de 47 anos, um prisioneiro político condenado a 20 anos de prisão por dissidência ao regime de Castro. Outros seis prisioneiros puderam ainda ser transferidos para prisões das suas províncias para mais perto das respetivas famílias.

A decisão de libertar Sigler que sofre de uma paralisia resultou de esforços diplomáticos por parte da igreja católica e do arcebispado de Havana com Raúl Castro. A paralisia foi adquirida durante os sete anos que Ariel Sigler esteve encarcerado na prisão.

Visivelmente combalido, e com perda de peso evidente, quando foi transferido para o Hospital, na província de Matanzas, prometeu manter-se fiel aos seu ideais.

“Não vou parar de lutar pela liberdade e pela democracia em Cuba. Vou continuar a lutar porque os nossos irmãos, que continuam na prisão, devem ser libertados e estar com a família e os amigos”, disse Sigler citado pela agência Euronews.

Na prisão desde 2003, Ariel Sigler faz parte do grupo de detidos na chamada “Primavera Negra” da qual foram feitos prisioneiros 75 pessoas, das quais 52 continuam atrás das grades.

Ariel Sigler foi o segundo preso político a ser libertado desde que Raúl Castro substituiu o seu irmão, Fidel Castro, em Fevereiro de 2008.

A pressão ao governo castrista aumentou com a morte, em fevereiro, de Orlando Zapata, na sequência de uma greve de fome na prisão. Desde então, Guillermo Farinas, tem feito greve de fome para pressionar o governo a libertar os prisioneiros doentes.

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