Ciência

Aurora Boreal rara registada a partir do Espaço

No passado dia 22 de Junho, uma aurora boreal rara iluminou os céus da América e da Europa do Norte, proporcionado um verdadeiro espetáculo de luzes. O astronauta Scott Kelly capturou imagens surpreendentes desse momento.
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No passado dia 22 de Junho, segunda-feira, uma aurora boreal rara iluminou os céus da América do Norte e Europa do Norte, proporcionado um verdadeiro espetáculo de luzes. Scott Kelly, um astronauta norte-americano, conseguiu capturar imagens surpreendentes desse momento.

O astronauta capturou imagens inéditas a partir da Estação Espacial Internacional desta aurora boreal rara que resultou de três ejeções de massa coronal (ou seja, erupções da coroa solar). 

Este fenómeno causou uma tempestade geomagnética que atingiu o campo magnético da Terra dando origem às famosas “luzes do norte”, traduzidas numa explosão de cores mais intensas e roxas do que o habitual.

O astronauta Scott Kelly aproveitou a vista privilegiada da Estação Espacial Internacional para registar o momento em fotografias e num vídeo que partilhou no seu Twitter pessoal.

Na legenda do post de Scott Kelly pode ler-se: “Eu não acredito que vá ver alguma coisa parecida algum dia”, deixando transparecer a consciência, por parte do astronauta, de que aquele era um fenómeno único.

Para além das imagens e do vídeo captado por Scott kelly, o fotógrafo e programador Jeff McGrath também conseguiu capturar imagens do fenómeno, em Utha (EUA).

O fotógrafo, que segue os alertas de auroras boreais há vários anos, confessa que foi a primeira vez que conseguiu ver este fenómeno a olho nu. “O céu ficou completamente iluminado”, refere Jeff.

O fotógrafo conseguiu captar com a sua câmara fotográfica cores que só um dispositivo fotográfico pode alcançar, uma vez que a visão humana é limitada relativamente à perceptibilidade das cores.

Jeff MaGrath estima que o fenómeno tenha durado cerca de 20 a 30 minutos antes de se dissipar por completo.  “Foi simplesmente fantástico”, confessa o fotógrafo.

Apesar da tempestade geomagnética ainda estar ativa, já não é tão provável que se consiga observar o fenómeno novamente.

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