iliving&trends

Ateliê Vivo, a inovação que abre o acesso a roupas para todos

As roupas que usamos servem para proteger o corpo e também possuem uma função social e cultural, sendo uma forma de nos expressarmos ao mundo. Nem sempre é possível comprar a vestimenta desejada, principalmente se for de uma marca famosa com preços altos. Para estas confecções, a exclusividade é um fator importante e, por isso, posteriormente as modelações de uma coleção não são utilizadas.
Versão para impressão
A estilista brasileira Karlla Girotto  tinha diversos moldes sem uso e havia o desejo de partilhar esse material com o público. Então, nasceu o Ateliê Vivo em São Paulo, uma inovação social do grupo de pesquisas têxteis G>E (Grupo Maior que Eu), liderado por ela. Depois, chegaram várias doações de outros estilistas e é isto que mantém o acervo do Ateliê.

Qualquer pessoa pode ter acesso a esta “biblioteca” de modelação: basta levar o seu tecido, escolher o molde, cortar, costurar e fazer sua própria roupa. O objetivo é deixar que as pessoas possam produzir as suas próprias vestimentas e retomar o conhecimento sobre a construção de uma peça de roupa. Com isso, promove-se também a memória e a consciência para a moda e para o trabalho manual.

A entrada é gratuita, porém os interessados devem tirar uma senha à chegada e é preciso marcar o horário por e-mail (atelievivo@gmail.com).

Quem não sabe costurar também pode participar, pois há uma equipa para orientar o processo, e o Ateliê oferece uma oficina básica de corte e costura no primeiro sábado de cada mês.

Ainda não há um projeto similar em Portugal, mas esta iniciativa tem tudo para dar certo noutros países. Roupas de qualidade, acessíveis a todos e feitas do jeito de cada um – isso é inovação social.

 

rodape_natasha2

  *Artigo escrito em Português do Brasil

Comentários

comentários

Pub

Live Facebook

Correio do Leitor

Subscreva a nossa Newsletter!

Receba notícias atualizadas no seu email!
* obrigatório

Pub