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Arménia: Xadrez será ensinado nas escolas

Na passada sexta-feira, o Ministro da Educação da Arménia decretou a obrigatoriedade do ensino do xadrez nas escolas primárias do país. O investimento de um milhão de euros visa estimular o desenvolvimento in
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Durante duas horas por semana, os jovens alunos arménios vão dedicar-se à prática de um jogo que deu o ouro ao país nas Olimpíadas Internacionais de Xadrez de 2006 e 2008 e que popularizou Levon Aronian, atual número três do ranking da Federação Internacional de Xadrez.

A medida é aprovada por Malcolm Pein, diretor executivo de um programa que introduziu o ensino de xadrez nas escolas britânicas.

"Além de desenvolver o raciocínio, melhora a concentração, memória e cálculo e ensina as crianças a assumir a responsabilidade pela suas ações", refere Pein, em declarações à BBC, salientando ainda que o jogo é universal e inclusivo.

"Alguém de quatro anos de idade pode jogar com alguém de 104, alguém que não consegue andar pode defrontar um grande atleta. Crianças negligenciadas, que pouco se destacam na sala de aula podem ser grandes especialistas de xadrez. Outro benefício é que o jogo é tão barato que realmente pode ajudar crianças em áreas economicamente desfavorecidas", diz o britânico.

Um estudo realizado nos Estados Unidos pelo mestre do xadrez Stuart Marguilies concluiu que a prática do jogo ajuda a melhorar os resultados dos testes e o desempenho na leitura entre as crianças que frequentam o ensino básico.

Outro estudo, desta feita conduzido pelo professor Peter Dauvergne, indica que o xadrez pode estimular o QI das crianças, a sua capacidade para solucionar problemas, a memória e o pensamento criativo.

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