Negócios e Empreendorismo

190 milhões de euros para ajudar empresas

Arrancaram, esta segunda-feira, os programas do QREN para apoio às empresas portuguesas. As linhas de financiamento rondam os 190 milhões de euros.
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Arrancaram, esta segunda-feira, os programas do QREN para apoio às empresas portuguesas. As linhas de financiamento rondam os 190 milhões de euros. As prioridades são o apoio à internacionalização, à produção nacional e ao empreendedorismo qualificado.

Segundo anunciou o secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação estão previstos vários tipos de apoio desenvolvidos no contexto do Programa Estratégico para o Empreendedorismo e para a Inovação que o Governo está a promover.

Carlos Oliveira indicou que as empresas vão poder, nomeadamente, contar com mais apoios na participação em eventos internacionais, de maneira a promover a exportação, e revelou que serão disponibilizados incentivos para o aumento da produção nacional e para o empreendedorismo qualificado, com o objetivo de apoiar jovens empresas.

Também estará disponível um novo incentivo que permite a candidatura de empresas a um programa europeu de investigação e inovação. “É uma oportunidade para as empresas participarem em redes internacionais”, sublinhou o secretário de Estado, citado pela Lusa.

Segundo Carlos Oliveira, desde Setembro, mais de 7200 empresas já aderiram ao prolongamento da linha PME Invest lançado pelo Governo, que permite às empresas, durante 12 meses, apenas pagarem juros do financiamento que obtiveram. Assim, durante os 12 meses, as empresas deixarão de ter de pagar cerca de 300 milhões de euros de capital, acrescentou.

Respondendo à preocupação que ouviu dos empresários locais, sobretudo no que tem a ver com as dificuldades de financiamento, revelou que o Governo está a trabalhar com o Banco de Portugal e com a banca “no sentido de encontrar novos mecanismos para ajudar as empresas”.

Carlos Oliveira insistiu que “o Governo está concentrado na criação de um contexto mais favorável, de menores barreiras aos negócios e à capacidade da criação de emprego”.

Por isso, disse, estão em curso várias reformas estruturais para “baixarem o fardo de custos de contexto, para que as empresas possam operar e serem mais competitivas”.

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