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Visita virtual à ilha do Corvo

Já é possível visitar a ilha mais pequena dos Açores, sem sair de casa. O Centro de Interpretação Virtual do Corvo acaba de inaugurar um site a partir do qual é possível conhecer todos os recantos da ilha a através da internet.
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Já é possível visitar a ilha mais pequena dos Açores, sem sair de casa. O Centro de Interpretação Virtual do Corvo acaba de inaugurar um site a partir do qual é possível conhecer todos os recantos da ilha a através da internet.

Apesar do seu reduzido tamanho, 17 km2, e embora tenha pouco mais de 400 habitantes, o Corvo está na moda. Em 2011, o realizador Gonçalo Tocha estreou um documentário multipremiado onde retrata o dia-a-dia deste recanto do Atlântico, pondo esta remota ilhota na boca do mundo.

Agora, graças ao novo site, qualquer pessoa poderá conhecer em detalhe os diferentes locais do Corvo como o Largo do Outeiro, o Caldeirão, o Farol da Carneira, a Vigia da Baleia (importante ponto de onde os antigos pescadores de baleias observavam o mar), as Igrejas de Nossa Senhora dos Milagres e do Bom Caminho, o Parque das Merendas e outras paisagens e locais, muitos deles com visão panorâmica de 360 graus.

“O Corvo Virtual permite divulgar os valores naturais e potencialidades de uma ilha que, por ser a mais pequena e também a mais isolada, nem sempre é fácil de visitar”, afirmou à Lusa o coordenador do projeto “Life Ilhas Santuário para as Aves Marinhas”.

Pedro Geraldes adiantou que este Centro de Interpretação Virtual, surgiu no âmbito do projeto “Life Ilhas Santuário para as Aves Marinhas”, que decorre desde 2009, sob coordenação da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), em parceria com a Royal Society for the Protection of Birds, a Câmara Municipal do Corvo e a secretaria Regional do Ambiente e do Mar.

Corvo: um santuário para as aves

“Uma das funções deste projeto era divulgar os valores naturais do Corvo”, frisou, indicando que o Corvo Virtual é também uma ferramenta “muito útil” para preparar uma eventual viagem à mais pequena ilha açoriana, já que neste sítio da internet é possível obter informações sobre transportes, serviços, locais para alojamento e refeições.

Segundo a SPEA, “a ilha é também um santuário para as aves marinhas que nidificam no Corvo, desde paínhos, frulhos, estapagados e garajaus e para dezenas de raridades americanas que aqui vêm parar, em consequência de tempestades”.

Pedro Geraldes sublinhou que “há um ano foi possível seguir, online um ninho de cagarros”, no Corvo, um acontecimento que foi visto “em cerca de 80 países e por 25 mil pessoas”, entre Maio e Outubro.

 [Notícia sugerida por Mariana Matos]

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