Sociedade

Viseu: Carrinha dá boleia a quem mais precisa

De segunda a sexta-feira, nos concelhos de Nelas e de Carregal do Sal, em Viseu, uma carrinha dá boleia a quem mais precisa. O serviço, gratuito e com vários horários, surgiu a pedido de pessoas que não tinham como se deslocar ao posto médico ou fina
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De segunda a sexta-feira, nos concelhos de Nelas e de Carregal do Sal, em Viseu, uma carrinha dá boleia a quem mais precisa. O serviço, gratuito e com vários horários, surgiu a pedido de pessoas que não tinham como se deslocar ao posto médico ou finanças, por exemplo. As boleias são realizadas por uma carrinha da Fundação Lapa do Lobo e contam já com mais de 35 utentes por semana.
 
“Inicialmente, este serviço foi pensado para responder a essas solicitações. Depois, quando foi apresentado às Câmaras de Nelas e Carregal do Sal (área de abrangência da fundação), elas receberam-no com grande entusiasmo e indicaram também alguns locais que poderiam ser de passagem do serviço de boleias, para dar resposta às dificuldades das pessoas dos dois concelhos”, conta Sónia Simão, secretária-geral da fundação, à agência Lusa. 
 
O serviço de boleias, com apenas um mês de existência, percorre as regiões da Lapa do Lobo, Canas de Senhorim, Nelas, Laceiras, Cabanas de Viriato, Travanca de S. Tomé, Carregal do Sal, Oliveirinha e Fiais da Telha. 
 
“Acho uma ideia original, que dá imenso jeito a pessoas como eu, que não têm transporte. E como estou desempregada, com o meu filho, isto caiu mesmo do céu”, revela Conceição Dias, de 57 anos, que usa o serviço três vezes por semana. 
 
“Vão à farmácia levantar os medicamentos, fazer análises, à Câmara pagar a água, levantar a reforma e é engraçado porque me contam isso tudo”, afirma. 
 
Conduzida por Simão Pedro, a carrinha de nove lugares tem horários e itinerários definidos que a fundação se preocupou em não fazer coincidir com os dos transportes públicos. 
 
“Vão à farmácia levantar os medicamentos, fazer análises, à Câmara pagar a água, levantar a reforma e é engraçado porque me contam isso tudo”, explica o condutor. 
 
Sónia Simão garante que, além do investimento inicial na carrinha, dos seguros obrigatórios e do salário do motorista, este é um serviço que não fica muito caro. 

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