Cultura

Vale do Côa: 300 mil visitantes em 15 anos

O Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC), considerado o maior centro de arte rupestre ao ar livre do mundo, já foi visitado por 300 mil pessoas durante os 15 anos de existência, de acordo com números do Instituto de Gestão do Património Arquitetón
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O Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC), considerado o maior centro de arte rupestre ao ar livre do mundo, já foi visitado por 300 mil pessoas durante os 15 anos de existência, de acordo com números do Instituto de Gestão do Património Arquitetónico (IGESPAR).

As gravuras rupestres foram encontradas em 1994 pelo arqueólogo Nelson Rebanda e classificadas como Património da Humanidade pela UNESCO em dezembro de 1998. Desde então, atraíram uma média de 20 mil visitantes por ano, segundo números a que Agência Lusa teve acesso.

Os números do IGESPAR ainda não incluem o mês de dezembro, mas permitem no entanto concluir que da totalidade das visitas, 35 mil foram realizadas por cidadãos estrangeiros.

Para além do novo Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Côa que abriu em agosto passado, o PAVC disponibiliza visitas guiadas aos núcleos de arte rupestre da Canada do Inferno, Ribeira de Piscos e Penascosa, visitas noturnas e oficinas de arqueologia experimental.

O PAVC foi construído com o objetivo de divulgar e contextualizar os achados arqueológicos do vale do Côa e que estiveram na origem da suspensão das obras de construção da barragem na foz do Pocinho em 1995.

O novo Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Côa (Museu do Côa) foi ainda visitado por cerca de 19.300 pessoas, de acordo com dados recolhidos até ao passado dia 15 de dezembro.

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