Sociedade

Toneladas de tampas convertidas em material ortopédico

Uma associação de jovens de Bragança, a Azimute, ajudou a "transformar", nos últimos seis anos, mais de 19 toneladas de tampinhas de plástico em material ortopédico destinado a suprir as necessidades de particulares e de várias instituições.
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Uma associação de jovens de Bragança, a Azimute, ajudou a “transformar”, nos últimos seis anos, mais de 19 toneladas de tampinhas de plástico em material ortopédico destinado a suprir as necessidades de particulares e de várias instituições de solidariedade. Esta segunda-feira, quatro novas entidades foram apoiadas pela iniciativa.
 
De acordo com a Lusa, o valor do material agora distribuído pela associação ultrapassa os 1.500 euros e contemplou uma habitante de Bragança, duas instituições do concelho, nomeadamente o Centro Social da Quintanilha e a Obra Social Padre Miguel, e a Associação Leque, dedicada à deficiência e sediada em Alfândega da Fé, naquele distrito.
 
A campanha “Já deste muitas tampas” da Azimute foi lançada em 2006 e contabiliza já um total de 19.460 quilos de tampas, que serviram para angariar material ortopédico no valor de 10.559. Este ano, a iniciativa conseguiu três cadeiras de rodas, um colchão anti-escaras, uma joalheira ortopédica articulada, duas almofadas anti-escaras, duas almofadas de posicionamento e um aquecedor de parafina.
 
A associação adiantou à Lusa que, nestes seis anos, já entregou 31 cadeiras de rodas e dezenas de outros equipamentos, desde colchões a cadeiras de banho, passando por andarilhos, canadianas e até camas ortopédicas.
 
“Esta campanha tem permitido desempenhar um importante trabalho de solidariedade que, através do empenho de diversos anónimos e empresas, contribui para a melhoria da qualidade de vida de pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida”, salientou a direção da Azimute.
 
Segundo os responsáveis, a iniciativa contribui ainda “para o desenvolvimento de uma consciência ambiental, incutindo rotinas de reciclagem de plástico, o qual, no meio natural, levaria 150 anos a degradar-se”.

[Notícia sugerida por Maria Manuela Mendes]

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