Negócios e Empreendorismo

Tecnologia lusa transforma ecrãs em ‘touch screens’

A tecnologia Skin Ultra, da empresa portuguesa EDIGMA, torna possível a interação através do toque em ecrãs de grandes superfícies e vai estar em demonstração na Consumer Eletronics Shows (CES), em Las Vegas, a partir do dia 05 de Janeiro.
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A tecnologia Skin Ultra, da empresa portuguesa EDIGMA, consegue transformar qualquer superfície LCD num ecrã tátil. A tecnologia, destinada à indústria, vai estar em demonstração na prestigiada feira Consumer Eletronics Shows (CES), em Las Vegas, a partir do dia 05 de Janeiro. 
 
O Skin Ultra permite que qualquer superfície, independentemente da dimensão, se torne interativa. Os primeiros modelos do produto serão testados em televisões, “fruto do interesse das grandes construtoras mundiais em integrar esta tecnologia nos seus LCD”, segundo a EDIGMA em comunicado enviado ao Boas Notícias. 
 
O lançamento mundial do Skin Ultra será no dia 17 de Outubro, em Braga, e contará com a presença da Samsung, LG, NEC e Panasonic, empresas que irão integrar a tecnologia lusa nos seus produtos. 
 

Este produto português, destinado à indústria e não ao utilizador comum, consiste numa película que se cola na parte detrás do vidro da televisão fazendo com que esta se torne num dispositivo 'touch'.

É um produto de ultra performance, uma vez que permite se conjuguem 100 toques em simultâneos, a uma velocidade de 5 milissegundos, e vai estar disponível em cinco tamanhos diferentes – 40, 42, 47, 50 e 55 polegadas.

 


“Acreditamos que o 'touch' é o interface certo para o futuro e, por isso, estamos a preparar o lançamento de um primeiro produto que vai permitir aos utilizadores expandir a forma como usam as grandes superfícies, nomeadamente as suas televisões e, assim, interagir com elas”, afirma Miguel Fonseca, CEO da EDIGMA.
 
A grande diferença deste produto em relação à tecnologia 'touchscreen' que já existia em grande ecrãs está na resolução três vezes superior, no tipo de material condutor, na arquitetura electrónica e na componente de software, ou seja, nos algoritmos que estão por detrás de todo o processo.
 
“Temos vindo a preparar-nos de modo a que não existam limitações do ponto de vista de produção do Skin Ultra. Neste momento, estamos a preparar-nos para uma capacidade produtiva anual de centenas de milhares de unidades, porque estimamos que cada encomenda única do novo produto seja da dimensão do que vendemos hoje anualmente”, mostra Miguel Fonseca.
 
Com esta tecnologia, a EDIGMA espera, já em 2015, quadruplicar o volume de negócios atuais, altura em que prevê que este novo produto pese 75% no volume de negócios da empresa.
 
A empresa nasceu há dez anos, em Braga, a partir de uma equipa de alunos da Universidade do Minho e tem capital 100% português.

Clique AQUI para aceder ao site oficial da EDIGMA.

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