Negócios e Empreendorismo

TAP quer contratar novos trabalhadores este ano

A TAP está interessada em contratar, até ao fim do ano, cerca de, pelo menos, 20 novos funcionários para recuperar das perdas de pessoal do último ano. Embora necessite da aprovação do Ministério das Finanças, a administração está otimista.
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A TAP está interessada em contratar, até ao fim do ano, cerca de, pelo menos, 20 novos funcionários para recuperar das perdas de pessoal do último ano. Embora a companhia aérea necessite da aprovação do Ministério das Finanças para proceder à contratação, a administração está otimista em relação à obtenção de autorização para o recrutamento.
 
A informação foi avançada pelo próprio presidente da TAP, Fernando Pinto, na passada sexta-feira, durante o programa televisivo do Jornal de Negócios transmitido na CMTV, ocasião em que o responsável deu a conhecer a intenção de ampliar a equipa da transportadora.
 
“O ano passado perdemos 60 trabalhadores técnicos, com alto nível de formação, que saíram para outras empresas que pagavam mais. Este ano, dos 60 que perdemos, estamos a repor 14 técnicos de manutenção formados. Ainda é muito pouco”, confessou Fernando Pinto, que acrescentou que espera poder contratar, até ao fim de 2013, pelo menos mais 20 trabalhadores.
 
De acordo com o administrador da companhia aérea de bandeira portuguesa, a busca por novos funcionários “destina-se a várias áreas da empresa”, mas procura, sobretudo, colmatar a falta de “pilotos e técnicos de manutenção”, profissionais que, garantiu Fernando Pinto, a TAP “tem de repor”.
 
O responsável reconheceu que a contratação exigirá a autorização do Ministério das Finanças, mas assegurou que a TAP “pode contratar” pessoal e mostrou-se confiante em relação à utilização do “bom senso” por parte do gabinete de Vítor Gaspar, por considerar que “este pessoal é importante para a manutenção” da transportadora.
 
“A lei do Orçamento de Estado permite a contratação”, sublinhou Fernando Pinto, que acrescentou que “o Ministério aceitará desde que haja razões operacionais fortes [para a contratação]” e que a mesma seja “obviamente bem justificada”.
 
Apesar da intenção de contratar até ao final deste ano, o administrador adiantou que as propostas nesse sentido “ainda” não deram entrada no Ministério das Finanças.

[Notícia sugerida por Carla Neves]

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