Saúde

Sumo de ginja ajuda a combater insónias

O sumo de ginja pode ajudar as pessoas com insónias a dormirem mais 90 minutos por noite.
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O sumo de ginja pode ajudar as pessoas com insónias a dormirem mais 90 minutos por noite. O estudo foi desenvolvido por investigadores da Louisiana State University e divulgado em Abril na conferência Experimental Biology 2014. 

O estudo foi feito com recurso a sete voluntários com problemas de sono, que ingeriram cerca de 200 mililitros de sumo de ginja, duas vezes por dia, durante duas semanas.

Depois, os participantes passaram duas semanas sem beber este sumo e outras duas semanas a ingerir uma bebida com placebo.

Durante a investigação os participantes foram submetidos a testes de polissonografia, que avaliam a qualidade do sono. A equipa submeteu também os voluntários a um inquérito sobre sono, fadiga, depressão e ansidade e realizou análises sanguíneas.

Os resultados revelaram que os pacientes que beberam sumo de ginja conseguiram mais 84 minutos de descanso noturno por dia.

De acordo com Jack Losso e John Finley, co-autores do estudo, o sumo contribui para aumentar o triptófano, um aminoácido que promove a sensação de bem-estar e um sono mais descansado. A degradação desta substância contribui para o aumento das insónias.

Frank L.Greenway, um outro autor da investigação, explica, em comunicado de imprensa, que “a pele da ginja contém uma enzima que ajuda a reduzir as inflamações e dimuinui a 'queda' do aminoácido triptófano (que melhora a qualidade do sono)”.

O cientista diz ainda que a ginja contém uma “dose menor de triptófano do que os comprimidos para dormir” mas tem outras substâncias que “impedem que o triptófano do corpo se degrade” o que faz com que a ginja funcione “de forma mais eficaz”.

De acordo com o mesmo comunicado, a insónia é um problema que afeta sobretudo os idosos já que 23 a 34 por cento de pessoas com mais de 65 anos tem dificuldades em dormir bem.

A falta de sono pode levar a problemas de saúde na velhice, tais como diabetes, pressão alta, doença crónicas, entre outros, diz o mesmo documento.

Notícia sugerida por Maria Manuela Mendes

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