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Stone Innovation Fest 

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Iniciado em 2017, o Inovstone 4.0 – Tecnologias Avançadas e Software para a Pedra Natural é um Projeto Mobilizador integrado no Plano de Ação do Cluster dos Recursos Minerais, como resultado da necessidade em evidenciar a capacidade dinâmica do Setor das Rochas Ornamentais (RO) na Era 4.0 e, orientando o seu modelo produção para operar de forma competitiva em contexto do novo modelo de procurement, resultante da generalização internacional das platatormas digitais Building Information Model (BIM) na Cadeia de Abastecimento da Arquitetura Engenharia e Construção.

Para desenvolvimento e implementação do Projeto Inovstone 4.0 estão envolvidas 17 Empresas e 8 Centros de Investigação Universitários num periodo de três anos, durante os quais será investido 7.049.165,50€ (sete milhões, quarente e nove mil, cento e sessenta e cinco euros e cinquenta cêntimos).

Inovstone 4.0 apresenta 24 soluções 
Atualmente, estão em curso 24 soluções técnicas e tecnológicas que colocarão a Indústria das Rochas Ornamentais (RO) no mesmo patamar das indústrias de tecnologia intensiva, como a aeronáutica. Para Agostinho Silva, líder do Consórcio, a aplicação destas soluções é ilimitada e “será aplicada nas mais variadas áreas e setores, modelos digitais de pedreiras, novas plataformas de smart objectsrobots e sistemas para a perfuração e exploração smart de pedreiras, sistemas de logística robotizados, tecnologias de laboratório mais adequadas ao procurement digital pela introdução gradual da tecnologia BIM, tecnologias de Transformação de RO, em rede e utilizando Sistemas Ciber-Físicos e tecnologias inteligentes de processamento de materiais em RO, assim como em tecnologias ambientais que permitirão que esta Indústria tenha ainda mais uma economia circular, ligada à sustentabilidade”.

Tendo em conta que em Portugal, o Setor das Rochas Ornamentais é o segundo em valor acrescentado bruto per capita e gera mais de 18 mil empregos diretos, o lançamento da Academia dos Recursos Minerais representa a forte aposta do setor na oferta formativa, com o objetivo de serem desenvolvidas competências e qualificações adaptadas às necessidades atuais do Setor dos Recursos Minerais.

Em vez de uma organização com estrutura, pessoas e autonomias próprias, a Academia dos Recursos Minerais (ARM) será uma iniciativa de parceiros de formação em rede, integrando escolas de Norte a Sul do País que vão oferecer programas formativos do nível 2 ao nível 7. Por via desta rede de parceiros, a ARM pretende ir ao encontro das necessidades específicas do setor na Era 4.0, permitindo a harmonização da oferta académica e formativa, adaptada à necessidades especificas de cada região e cobrindo o País em termos de proximidade.

Para desenvolver este trabalho, a ARM estará alicerçada no contexto da Clusterização sectorial existente, no âmbito de um Cluster Económico que está reconhecido pelo Estado Português – o Cluster dos Recursos Minerais de Portugal (Cluster Portugal Mineral Resources).

A ARM pretende, acima de tudo, ser o pivot daquilo que é a estrutura da formação/ensino e qualificação de profissionais para o setor dos recursos minerais. Para tal, será parte integrante daquilo que é a transferência de conhecimento e inovação para o setor, apoiando e estando ativamente envolvida, na medida daquilo que sejam as suas competências, nos projetos mais inovadores de investigação e desenvolvimento do setor.

Primeira Pedra apresenta Identidade
Um dos pontos altos do Stone Innovation Fest foi a visita à exposição Identidade, em Porto de Mós, local de riqueza geológica ímpar, integrado no mais importante maciço de calcário do país com uma ligação centenária à indústria da pedra natural, cuja importância no contexto socioeconómico e cultural da região e de Portugal é enorme.
Identidade é uma exposição que apresenta 26 peças em pedra portuguesa, produzidas para comunicar as suas propriedades materiais e características distintivas, que têm mantido a relação entre o homem e a natureza, numa capacidade única de adaptação à evolução dos tempos.
Na origem desta exposição está a Primeira Pedra, um programa de pesquisa experimental, promovido pela ASSIMAGRA, em parceria com a Experimenta Design, que conciliou indústria e design no desenvolvimento de novas aplicações que sublinham as especificidades da pedra portuguesa e as potencialidades da sua indústria. A este programa associaram-se 23 arquitetos e designers de produto ou gráficos, bem como outros protagonistas do território da criação cultural – nacionais e internacionais – convidados a desenvolver projetos que enfatizam, não só a pedra em bruto ou processada mas, também, o próprio local da sua extração, as pedreiras, a sua envolvente socio-cultural e o seu papel na paisagem e no ambiente.
A exposição Identidade apresenta 26 das 54 peças produzidas por Álvaro Siza, Amanda Levete, Eduardo Souto Moura, Ian Anderson, Claudia Moreira Salles, entre outros, no âmbito Primeira Pedra, que percorreram, nos últimos dois anos, grandes palcos do design internacional, das artes e da arquitetura Mundial, desde Nova Iorque, Milão, Basileia, São Paulo, Veneza, a Londres.

Para mais informações, visite www.primeirapedra.com

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