Sociedade

Parque temático sobre Descobrimentos vai avançar

Deverá abrir portas já em 2014 o parque temático alusivo à época dos Descobrimentos que ocupará cerca de 120 hectares dos concelhos de Alenquer e Azambuja, criando 1900 postos de trabalho diretos.
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Deverá abrir portas já em 2014 o parque temático alusivo à época dos Descobrimentos que ocupará cerca de 120 hectares dos concelhos de Alenquer e Azambuja, criando 1900 postos de trabalho diretos. A proposta foi aprovada, esta quarta-feira, pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional.

O parque temático pretende “valorizar e divulgar os Descobrimentos através de atividades lúdicas e culturais, que proporcionam ao visitante vivências e experiências relacionadas com o que foi a presença de Portugal no mundo”, explicou o autarca de Alenquer.

Segundo o promotor, o parque temático poderá abrir portas em 2014, ano que coincide com a comemoração dos 500 anos da chegada dos portugueses ao Japão, e deverá criar 1900 postos de trabalho diretos.

O empreendimento está previsto para uma área de 120 hectares e deverá atrair “no terceiro ano 2 milhões e 400 visitantes”, 50 por cento dos quais são estrangeiros.

Investimento de 350 milhões de euros está assegurado

António Domingos afirmou à agência Lusa que a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo (LVT) deu dois anos para ser apresentado o projeto definitivo, mas o promotor espera conseguir começar as obras dentro desse prazo.

A CCDR-LVT considerou como projeto estratégico o parque temático, classificando-o como Núcleo de Desenvolvimento Económico de turismo e Lazer no Plano Regional de Ordenamento do Território do Oeste e Vale do Tejo, o que permitirá acelerar o processo de licenciamento.

O promotor adiantou que “nas próximas semanas” vai entregar às câmaras de Alenquer e Azambuja o plano de pormenor para a área em que deverá ser implantado o parque temático, no sentido de ultrapassar as restrições impostas pelos planos diretores municipais.

Tendo em conta a relevância do projeto em termos de “criação de postos de trabalho e de atratividade de visitantes” a Alenquer e Azambuja, os presidentes destas câmaras, Jorge riso e Joaquim Ramos, disseram à Lusa que tencionam licenciar o empreendimento “três a quatro meses” após o plano de pormenor lhes ser entregue.

Investimento assegurado por vários investidores

Apesar da crise, António Domingos afirmou que o financiamento para o projeto, orçado em 350 milhões de euros, “está assegurado” por vários investidores, alguns dos quais estrangeiros que vão garantir “cerca de 40 por cento” do montante necessário.

O projeto, considerado de Interesse Nacional pela Agência para o Investimento e Comércio Externo, prevê a construção de um parque temático, um hotel de quatro estrelas com 400 camas e outros espaços de apoio, como restaurantes, piscinas e spa, alusivos ao tema. Nesta primeira fase, serão investidos 25 milhões de euros.

Numa segunda fase, deverão ser investidos outros cem milhões de euros na construção de pelo menos mais dois hotéis, de quatro estrelas, centro de congressos e outros equipamentos complementares, tais como campos de ténis e de golfe, piscina, restaurantes e zonas comerciais.

Parque deverá ter “projeção internacional”

As entidades do Turismo de Lisboa e Vale do Tejo e do Turismo do Oeste sublinharam, em nota de imprensa, a importância do projeto para o setor “num momento em que se assiste a uma contração do investimento” por se tratar de um parque com “projeção internacional”.

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