Cultura

MOMA vende produtos de cortiça portuguesa

Os onze produtos de design luxuosos concebidos a partir da casca de sobreiro, expostos no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA) desde abril, serão vendidos no catálogo outono/inverno daquela instituição.
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Os onze produtos de design luxuosos concebidos a partir da casca de sobreiro, expostos no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA) desde abril, serão vendidos no catálogo outono/inverno daquela instituição.

Chapéus de chuva, bolsas de cosmética, relógios de pulso, aventais, malas a tiracolo, sacos de compras, bolsas para moedas ou carteiras para homem são alguns dos produtos da marca portuguesa Pelcor que têm vindo a ser promovidos internacionalmente, na exposição MoMA Design Store: Destination Portugal.

As peças eleitas para serem vendidas, tanto no MoMA de Nova Iorque, como no MoMA de Tóquio (Japão), incluem um chapéu de chuva, um saco de compras e uma “messenger bag” (pequena mala), revelou Sandra Correia, criadora da marca portuguesa Pelcor, sediada no Algarve, à agência Lusa.

A fina pele de cortiça retirada dos sobreiros de S. Brás de Alportel já foi exibida nos quatro cantos do mundo, sendo que, em 2009, o volume de negócios atingiu os 300 mil euros.

Os produtos de cortiça imaginados por Sandra Correia já estão em casa da cantora norte-americana Madonna, mas também já entraram no palácio da princesa Jawaher Abdulaziz, na Arábia Saudita, onde 1500 individuais da marca Pelcor brilham nos jantares palacianos em Riade.

A Pelcor também já desfilou no Prêt-à-Porter, em Paris (França), ao lado de marcas internacionais, participou no Portugal Fashion, na feira ecológica de Los Angeles (Califórnia, EUA), e tem showrooms em Lisboa e S. Brás de Alportel.

A presença da Pelcor está representada em toda a Europa através de lojas de revenda, mas também no Canadá, Macau, Dubai ou China.

À Lusa, Sandra Correia confessa que o seu sonho mais alto é abrir uma loja na 5ª Avenida em Nova Iorque, conhecida por ali estarem instaladas as marcas mais conceituadas do mundo – Prada ou Louis Vuitton. “Sonhar não custa”, diz a empresária de 39 anos.

[Notícia sugerida pela utilizadora Raquel Baêta]

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