Inovação e Tecnologia

Manifestação retratada a 360 graus em tempo real

A manifestação "Que se lixe a troika", em Lisboa, vai poder ser acompanha em tempo real, online, com imagens a 360 graus que serão produzidas por uma startup tecnológica do Porto.
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A manifestação “Que se lixe a troika”, em Lisboa, vai poder ser acompanha em tempo real, online, com imagens a 360 graus que serão produzidas por uma startup tecnológica do Porto.

Com recurso à tecnologia inovadora aLIVE Panoramics, desenvolvida pela própria empresa, a startup 3Decide vai disponibilizar online um documentário atualizado em tempo quase real ao longo da tarde da manifestação deste sábado, em Lisboa.
 
A partir das 15 horas, durante o próprio dia, através do endereço http://www.alivepanos.com/troikaportugal360/ – e depois de se fazer a instalação do plugin Unity – será possível acompanhar a evolução dos acontecimentos na internet, através de qualquer computador ou dispositivo móvel (tablets e smartphones) com acesso à rede.

Em comunicado enviado ao Boas Notícias, a empresa explica que as fotografias panorâmicas a 360º serão processadas pela 3Decide e todo o conteúdo informativo será extraído de publicações reunidas a partir de vários sites e outras fontes da internet.

Esta forma revolucionária de cobertura de acontecimentos é possibilitada pela tecnologia integrada da 3Decide, que alia conhecimentos avançados em fotografia 360º instantânea à sua tecnologia de visualização interativa aLIVE Panoramics.

“Uma equipa estará em Lisboa a captar a imagem, com o fotógrafo João Almeida, uma equipa no Porto a colocar informação complementar e uma outra equipa espalhada pelos dois sítios que está em tempo real a atualizar a informação conforme as imagens vão chegando, explicou Carlos Rebelo, CEO da empresa à agência Lusa.
 
Com a tecnologia tradicional, explicou, “de cada vez que se quer acrescentar mais um bocadinho de informação ou atualizar alguma informação é preciso refazer todo o processo”.

A escolha do evento “não tem nenhuma posição política”, afirma Carlos Rebelo. “Todos somos cidadãos e temos sofrido com o clima económico que se tem vivido”, mas aqui o seu posicionamento “é tecnológico” e a manifestação pareceu-lhes um bom cenário para a demonstração desta nova tecnologia, explica.

A empresa, essencialmente formada por engenheiros formados na Universidade do Porto, está incubada no Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade e tem hoje cinco pessoas permanentes mas conta com mais colaboradores.

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