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Jovem pediu emprego na rua e agora é ele quem contrata

Depois de terminar o curso, Alfred Ajani começou a enviar curriculos para todas as empresas que conhecia. Farto de não conseguir nada, foi para uma estação de comboios, em Londres, com um cartaz a pedir emprego. Atualmente, o britânico volta a sair à
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Depois de terminar o curso, Alfred Ajani começou a enviar currículos. Cansado de não conseguir nada, foi para uma estação de comboios, em Londres, com um cartaz onde pedia trabalho. Hoje em dia, o britânico regressa muitas vezes com um cartaz nas ruas, mas agora para recrutar pessoal para a sua empresa.

O jovem, de 22 anos, chamou a atenção dos que passavam naquela estação e ia entregando um documento com o seu CV a quem o aceitasse. 

A abordagem original convenceu o diretor da empresa Asoria Group que convidou Alfred para trabalhar consigo naquela empresa de Marketing, onde está desde Setembro do ano passado.

No cartaz, o jovem dizia que era licenciado em Marketing e que estava à procura de uma oportunidade no mercado de emprego. 

“O diretor passou por mim na rua, mas depois mudou a sua atitude em relação a mim. Adicionou-me no Linkedin e disse que estava à procura de alguém com ideias fora da caixa para a sua empresa”, explicou o jovem ao jornal Daily Mail.

Alfred mandou CV para mais de 300 empresas

Alfred ficou tão famoso com a sua ação que, no primeiro dia de trabalho, os colegas fizeram t-shirts com a sua fotografia, de forma a dar-lhe as boas vindas.

Quando acabou o curso superior, o jovem enviou currículos para mais de 300 empresas, sem que nenhuma lhe desse uma oportunidade. “Eu não teria este emprego se não tivesse ido para a estação naquele dia, por isso, aconselho toda a gente que esteja na mesma situação a fazer o mesmo”, acrescenta. 

No Reino Unido, cerca de metade dos licenciados não conseguem arranjar trabalho na área que estudaram, e muitos deles estão a trabalhar em cargos em que não é necessária formação superior, como por exemplo empregados de mesa, segundo o artigo do Daily Mail.

Um relatório recente da OCDE sublinha, contudo, que em todos os países da OCDE, as pessoas com níveis mais elevados de habilitações são as que mais facilmente encontram emprego e, na maioria dos países, são também as que correm menores riscos de ficar desempregadas.
 

Notícia sugerida por Maria da Luz

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