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Hotéis IHG do Porto adotam medida antipoluição e acabam com as palhinhas de plástico

Contra a utilização única das palhinhas de plástico e um esforço para evitar os seus efeitos nocivos sobre a saúde, o meio ambiente e os oceanos.
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Com o objetivo de contribuir para a sustentabilidade do nosso planeta, os hotéis Crowne Plaza Porto e InterContinental Porto – Palácio das Cardosas extinguiram a utilização de palhinhas de plástico em todos os seus serviços. Este artigo não reciclável e de alto consumo acaba muitas vezes por ser depositado nos oceanos provocando a morte de cerca de 100.000 animais marinhos no espaço de um ano.

Nos dois hotéis da Invicta, todo o stock de palhinhas de plástico foi eliminado e agora substituído por palhinhas ecológicas, feitas de papel reciclado. Uma solução sustentável, 100% biodegradável e amiga do ambiente.

Ainda assim, para evitar a utilização desnecessária deste artigo, o Crowne Plaza Porto e o InterContinental Porto – Palácio das Cardosas definiram algumas medidas internas, como não colocar automaticamente palhinhas (ainda que ecológicas) nas bebidas, a não ser que o cliente solicite ou quando a sua utilização é estritamente necessária, como nos Cocktails ou Milkshakes.

Nas palavras de Vincent Poulingue, Diretor Geral dos dois hotéis IHG do Porto, “esta é uma medida que pretende, acima de tudo, conservar o meio ambiente. O plástico não é um material biodegradável e as palhinhas são muitas vezes utilizadas apenas como elemento decorativo. Nós queremos alterar essa política e, para as ocasiões em que realmente são essenciais, temos disponíveis as palhinhas ecológicas. Além disso, este posicionamento é um reflexo da política sustentável da marca IHG – InterContinental Hotels Group. Vamos sempre tentar explorar novas oportunidades para reduzir o impacto ambiental, com alternativas biodegradáveis e ecológicas nos nossos serviços”.

Este posicionamento será sempre comunicado aos clientes dos dois hotéis do Porto, com o objetivo de fomentar a importância do tema na indústria e de os sensibilizar para as causas nocivas da utilização das palhinhas de plástico na nossa saúde, no meio ambiente e nos oceanos, onde cerca de 90% de todos os detritos encontrados são feitos de plástico. Além disso, uma palhinha demora, em média, 400 anos para ser absorvida pela natureza.

Recordamos que no passado dia 03 de fevereiro foi assinalado, pela primeira vez, o Dia Internacional Sem Palhinha em mais de 20 países. Existem ainda várias hashtags associadas ao movimento e que começam a ser adotadas nas redes sociais, como #palhinhazero, #thelaststraw ou #refusethestraw.

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