Saúde

Grávidas ‘desportistas’ têm bebés mais saudáveis

Praticar exercício físico moderado três vezes por semana durante o segundo e o terceiro trimestre da gravidez reduz para metade o risco de ter bebés com peso elevado, superior a quatro quilogramas.
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Praticar exercício físico moderado três vezes por semana durante o segundo e o terceiro trimestre da gravidez reduz para metade o risco dos bebés nascerem com um peso elevado. Estas são as conclusões de um estudo feito por investigadores de três universidades espanholas.

A investigação revela que a prática desportiva reduz o risco dos bebés nascerem com peso excessivo, ou seja, com um peso superior a quatro quilogramas.

De acordo com a Lusa, o estudo foi realizado em 510 mulheres grávidas, habitualmente sedentárias, que fizeram parte de um programa de treino de 55 minutos de exercício aeróbico, alongamento muscular e flexibilidade durante três dias por semana, a partir da 10.ª/12.ª semana de gravidez.

Segundo os resultados do estudo, o programa não teve efeito direto na redução do aparecimento da diabetes mellitus gestacional, mas reduziu o risco de dois fatores que lhe estão associados, como o excesso de peso da criança (menos 58 por cento) e o parto por cesariana (reduzido em 34 por cento).

Citado pela Lusa, o investigador Jonatan Ruiz refere que, os resultados deste estudo trabalho “reforçam a necessidade” da realização de exercício físico com vigilância durante a gravidez “para combater os efeitos negativos da diabetes mellitus gestacional”.

Não é a primeira vez que o exercício físico na gravidez é apontado como um benefício para os bebés. Como noticiou recentemente o Boas Notícias, estudos anteriores revelaram que este tem também impacto na melhoria da saúde cardíaca das crianças.

Jonatan Ruiz, da Universidade de Granada, Rubén Barakat, da Universidade Politécnica de Madrid, e Alejandro Lucía, da Universidade Europeia de Madrid, foram os principais investigadores desta investigação. 

Clique AQUI para aceder ao resumo do estudo, publicado em Janeiro deste ano, no British Journal of Sports Medicine.

Notícia sugerida por Lídia Dinis

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