Saúde

Governo vai contratar mais médicos e enfermeiros

O Governo pretende lançar novos concursos de contratação de enfermeiros e médicos, em especial na área dos cuidados primários. O anúncio foi feito esta terça-feira pelo ministro da Saúde, Paulo Macedo.
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O Governo pretende lançar novos concursos de contratação de enfermeiros e médicos, em especial na área dos cuidados primários. O anúncio foi feito esta terça-feira pelo ministro da Saúde, Paulo Macedo, que defendeu que “a contratação de profissionais de saúde” é “uma prioridade”.
 
À margem de um debate sobre o atual estado da enfermagem, que decorreu no Porto, Paulo Macedo falou sobre a questão do número de médicos de família que pediram a reforma, garantindo “estar atento” e adiantando que “a reforma vai ser feita sequencialmente ao longo do ano”.
 
O governante revelou, porém, que o Executivo prevê avançar com um conjunto de “medidas legislativas para recrutar alguns médicos adicionais, designadamente que se tenham reformado, para um conjunto diferente de horas” para aproveitar as suas capacidades.
 
Durante o debate, Paulo Macedo destacou também o papel dos enfermeiros no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e assegurou que a contratação de mais profissionais está no horizonte, tendo por objetivo “ir ao encontro de necessidades concretas, de novas tarefas, ir ao encontro de quem de facto precisa”.
 
“Atendendo às múltiplas necessidades da área da saúde, estamos claramente conscientes de que o futuro do SNS, que queremos que se mantenha como uma realidade, como parte crucial de um estado social que tem de disponibilizar prestações de saúde e assegurar a proteção na doença, venha a ter um maior número de enfermeiros, um maior número de pessoas qualificadas, sublinhou.
 
“Não tenho dúvidas de que uma das escolhas do SNS passará pelos enfermeiros”, frisou ainda Paulo Macedo, acrescentando que este maior número de enfermeiros não se justifica “para cumprir rácios”, que “valem o que valem”.
 
De realçar que, de acordo com o mais recente relatório da OCDE, de 2010, existiam, naquele ano, em Portugal, 5,7 enfermeiros por 1.000 habitantes, o que mostra que o nosso país tem “três enfermeiros a menos” que a média europeia na prestação de cuidados.
 

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