Saúde

Genes de risco para o coração identificados

Cientistas descobriram 95 variantes genéticas, 59 deles totalmente desconhecidos, e que estão relacionadas com níveis anormais de colesterol e triglicéridos no sangue, gorduras prejudiciais que contribuem para a doença cardíaca.
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Cientistas descobriram 95 variantes genéticas, 59 deles totalmente desconhecidos, e que estão relacionadas com níveis anormais de colesterol e triglicéridos no sangue, gorduras prejudiciais que contribuem para a doença cardíaca.

As variantes foram identificadas depois de os investigadores terem analisado os códigos genéticos de mais de 100 mil pessoas em todo o mundo, conforme explica a Press Association.

A descoberta publicada na revista Nature abre portas para novas oportunidades terapêuticas para doentes do coração, primeira causa de morte em muitos dos países desenvolvidos do mundo.

“Estudos genéticos sobre uma extensa variedade de populações no mundo são uma arma poderosa para identificar fatores hereditários na doença”, explicou um dos investigadores do National Institutes od Health dos EUA, Dr Francis Collins.

“Estes resultados vão ajudar a refinar a nossa pesquisa na prevenção e tratamento da doença cardíaca, um problema de saúde que afeta milhões de americanos e muitas pessoas a nível mundial”.

Bom e mau colesterol
Três das variações genéticas descobertas podem servir para produzir medicamentos destinados a reduzir o risco de enfarte. O corpo precisa de colesterol e triglicéridos para gerar energia e construir membranas celulares, mas em demasia origina sérios problemas de saúde.

O colesterol divide-se em bom colesterol e mau colesterol. O mau é o LDL que se deposita na parede arterial dando origem a problemas cardíacos como o enfarte.

O bom é o HDL que elimina as gorduras das artérias e a transporta até ao fígado onde as elimina.

“Ainda que haja um longo caminho a percorrer, a boa noticia é que quanto mais soubermos sobre a regulação de colesterol mais fácil é encontrar medicamentos que ajudem a prevenir enfermidades do coração”, explicou à BBC Peter Weissberg, da Fundação Britânica do Coração.

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