Saúde

Fundação Champalimaud assina acordo com SNS

A Fundação Champalimaud e o Ministério da Saúde assinaram esta sexta-feira o protocolo que permite aos doentes com cancro, inseridos no Serviço Nacional de Saúde, passarem também a ser seguidos e a terem acesso aos tratamentos de investigação desenvo
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Doentes com cancro do Serviço Nacional de Saúde vão poder ser tratados, a partir de Junho, no Centro Champalimaud, graças a um acordo assinado quinta-feira com o Ministério da Saúde, avança a agência Lusa.

“Houve um acordo entre a ministra da Saúde e a Fundação, que dentro de muito pouco tempo será conhecido, mas eu quero que seja conhecido através do Ministério”, afirmou sexta-feira Leonor Beleza durante uma conferência de imprensa, adiantando que este entendimento tem “uma expressão mais ampla do que apenas o tratamento de doentes”.

A presidente da Fundação Champalimaud adiantou que “aquilo que vai acontecer é que beneficiários do SNS, como de outros subsistemas, poderão ter acesso a tratamentos no centro”.

Além disso, adiantou Leonor Beleza, “o centro funcionará também como uma plataforma, quer ao nível da investigação do cancro como do tratamento, onde poderão colaborar esta instituição, bem como instituições do SNS”.

“O que está programado é que possamos, em conjunto, por exemplo, participar em redes de ensaios clínicos, em que não estarão apenas pessoas que estão a ser tratadas aqui, mas também pessoas que estão a ser tratadas noutros locais, nomeadamente em hospitais do SNS”.

Leonor Beleza referiu ainda que a Fundação fornecerá as plataformas para os ensaios clínicos e trabalhos de investigação em que poderão participar em conjunto médicos de outros hospitais e investigadores de outras instituições.

“Dispomos de laboratórios, espaços, equipamentos e pessoal que pode auxiliar, e é essencial na realização de ensaios clínicos”, disse.

Serviços clínicos iniciam-se a meio de junho

Os serviços clínicos da Fundação Champalimaud  começam a funcionar a meio de junho, revelou a presidente daquela instituição, acrescentando que a Fundação irá “trabalhar por áreas de cancro sucessivamente”, ou seja, “abrindo sucessivamente áreas diferentes de tratamento, e a primeira é a do cancro da mama”.

A presidente da Fundação adiantou que tem havido “uma espécie de voluntariado”, pessoas que têm manifestado desejo não só em serem tratadas na instituição, “mas também serem incluídas em ensaios clínicos”.

[Notícia sugerida pela utilizadora Susana Madeira]

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