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Firmo: Caderno Azul está de volta

Há objetos que recuperam momentos preciosos do imaginário coletivo. É o caso dos famosos cadernos azuis da Firmo que estão de volta com um toque mais moderno.
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Há objetos que recuperam momentos preciosos do imaginário coletivo. É o caso dos famosos cadernos azuis da Firmo, durante anos indispensáveis em qualquer mercearia ou negócio com contabilidade. Depois de terem perdido algum protagonismo, estes clássicos estão de volta em força e com um toque mais moderno.
 
Os cadernos têm agora um papel mais distinto, uma bolsa na contracapa para guardar documentos, um elástico para fechar o caderno (que pode ser vermelho ou azul) e uma fita marcadora. Também a etiqueta da capa, verdadeira imagem de marca deste produto, foi modernizada, com uma ligeira alteração das suas cores.
 
No entanto, apesar das novidades, estes cadernos continuam a ser “fabricados com enorme cuidado em cada detalhe – aliás, uma boa parte da produção é artesanal”, sublinha a empresa em comunicado.
 
O caderno está disponível nos formatos liso, pautado e quadriculado, nos tamanhos A5 e A6. O preço varia entre os 8,50 euros e os 9,90 euros, conforme o tamanho.
 
Com 15% do volume total de negócios provenientes do mercado externo, o próximo passo da Firmo é internacionalizar o produto. Nesse sentido, a empresa marcou presença na “Paperworld”, a maior feira internacional de papelaria, que decorreu em Frankfurt (Alemanha), onde divulgou este e outros produtos.
 
Escritor Paul Auster é fã do caderno azul
 
Além das histórias dos fãs portugueses, o Caderno Azul conquistou também o conceituado escritor norte-americano Paul Auster. Em “A Noite do Oráculo”, o autor apresenta uma personagem, um jovem escritor americano, que descobre numa papelaria de Brooklyn, chamada Palácio do Papel, um caderno azul de fabrico português, graças ao qual consegue ultrapassar um período de bloqueio criativo
 
Graças a este episódio, um jornalista do jornal espanhol La Vanguardia lançou entretanto o boato de que Paul Auster compraria os seus cadernos em Portugal, numa pequena papelaria no largo do Calhariz. A papelaria existe e já responde pelo nome “Palácio do Papel” graças a tudo isto, e por todo o lado é “forrada” a cadernos azuis.

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