Negócios e Empreendorismo

Fábrica de conservas reabre e mantém 150 empregos

A fábrica de conservas "A Poveira", negócio com quase 70 anos de existência, reabre esta sexta-feira numa nova unidade graças a um investimento de 4,5 milhões de euros que vai permitir manter os 150 postos de trabalho existentes.
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A fábrica de conservas “A Poveira”, negócio com quase 70 anos de existência, reabre esta sexta-feira numa nova unidade graças a um investimento de 4,5 milhões de euros que vai permitir manter os 150 postos de trabalho existentes. Até ao fim do ano, a empresa espera, aliás, aumentar o número de funcionários.
 
A informação foi adiantada por Rui Moreira, presidente da Associação Comercial do Porto (ACP) e um dos investidores. Em declarações à Lusa, o dirigente explicou que, em conjunto com alguns sócios, decidiu entrar no capital da companhia da Póvoa do Varzim, que se encontrava “em grandes dificuldades” e que, depois de estar no centro da cidade desde 1936, passará agora à zona industrial de Laúndos.
 
Rui Moreira revelou que o objetivo deste investimento é não só manter os postos de trabalho atuais, mas também aumentar o número de funcionários até ao fim do ano, passando agora a produzir atum, para além da cavala e da sardinha, os peixes que se trabalhavam n'”A Poveira” até aqui.
 
Segundo o presidente da ACP, a decisão de avançar teve em grande consideração a qualidade da mão-de-obra, cujo trabalho Rui Moreira classifica como um “trabalho de alfaiate”. Os novos investidores entraram em Agosto e têm atualmente o controlo de dois terços da empresa.

Olhos postos no mercado externo

 
Rui Moreira salientou que existe “muita expetativa” em relação ao futuro e admitiu ter os olhos postos na exportação, em particular para os mercados dos EUA, França, Itália e Áustria.
 
“Para já é um investimento grande que tem de entrar em velocidade de cruzeiro, antes de uma maior expansão de perspetivas”, ressalvou, ainda assim, o investidor, questionado sobre a possibilidade de mais investimentos a longo prazo.
 
Em 2010, o gerente da fábrica, Sérgio Real, tinha dito à agência Lusa que o investimento necessário numa nova unidade seria de 4,5 milhões de euros – o valor agora investido – com o objetivo de triplicar a produção até 2016. À data, a empresa estava “com um volume de negócios um pouco superior a três milhões de euros”.
 
O propósito, defendeu então Sérgio Real, era que “dentro de dois a três anos, este passasse para seis a sete milhões de euros e, dentro de cinco a seis anos, ultrapassasse os 10 milhões de euros”.

[Notícia sugerida por Maria Silva]

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