Sociedade

Estudo: Portugueses estão a falar melhor inglês

Portugal ocupa a 17ª posição no 'ranking' do Índice de Proficiência em Inglês da EF (Education First), uma empresa de educação internacional. Os resultados dão conta de uma melhoria na capacidade dos portugueses para falar e escrever inglês face ao p
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Portugal ocupa a 17ª posição no 'ranking' do Índice de Proficiência em Inglês da EF (Education First), uma empresa de educação internacional. Os resultados dão conta de uma melhoria na capacidade dos portugueses para falar e escrever inglês face ao período de 2009 a 2011, ano em que Portugal se ficou pelo 19º lugar da tabela. 
 
Entre o total de 60 países avaliados, Portugal surge como parte do grupo com 'alta proficiência', logo a seguir a países como Polónia, Hungria, Eslovénia, Malásia, Singapura, Bélgica, Alemanha, Letónia e Suíça. Segundo o relatório, os países europeus continuam a ser aqueles que melhor falam a língua inglesa sendo sete os com maior taxa de proficiência: Suécia, Noruega, Holanda, Estónia, Dinamarca, Áustria e Finlândia.
 
Com esta subida no 'ranking', Portugal passa do nível de 'proficiência moderada' para 'alta proficiência' naquele que é o terceiro relatório divulgado pela empresa sobre a aprendizagem do inglês a nível internacional. O mesmo diz respeito ao ano de 2012 e tem por base testes de aptidão preenchidos online por mais de 750 mil pessoas, oriundas de 60 países diferentes. 
 
Turquia, Kazaquistão e Hungria foram os três países que mais avanços registaram no domínio da língua inglesa nos últimos seis anos. As regiões do Médio Oriente e do Norte de África são as piores classificadas, com exceção para os Emirados Árabes Unidos que, embora surja na categoria dos países com 'baixa proficiência' é também um dos que mais tem evoluído no inglês.
 
Para a EF, a capacidade de falar inglês está diretamente relacionada com os indicadores sociais e económicos de um país, como o produto interno bruto 'per capita' e o índice de desenvolvimento humano. “À medida que o inglês se torna uma competência essencial no mercado de trabalho global, é central no potencial de um país para o sucesso económico e para a prosperidade social”, lê-se no relatório.
 
Os autores recomendam, por isso, uma otimização do investimento privado no ensino do inglês e uma aposta na prática e na exposição permanente à língua, sobretudo no ensino superior.

Consulte AQUI o relatório completo da EF sobre o Índice de Proficiência em Inglês.

Notícia sugerida por Maria Pandina

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