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Estilista transforma pessoas comuns em ‘top models’

Podem parecer fotografias de pessoas diferentes mas um olhar mais atento revela que se trata da mesma pessoa. O estilista russo Konstantin Bogomolov tem usado a sua arte para mudar, de forma gratuita, a aparência de dezenas de homens e mulheres.
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Podem parecer fotografias de pessoas diferentes mas um olhar mais atento revela que se trata  da mesma pessoa. O estilista russo Konstantin Bogomolov tem usado a sua arte para mudar, de forma gratuita, a aparência de dezenas de homens e mulheres.
 
O estilista vive atualmente em Riga (Letónia) onde fundou o seu centro de formação. Através dos alunos da sua escola, o estilista tem dado continuidade a um projeto que ele próprio iniciou no final dos anos 90, de transformar a aparência de pessoas 'banais'. 
 
Marina, 57 anos, reformada e avó, transformada por Bogomolov, em Riga, 2000

Como desafio final do curso, e com a ajuda de Bogomolov, os alunos do centro participam no projeto “Transformação“, oferecendo, de forma totalmente gratuita, a pessoas de diversas cidades (e até países) a oportunidade de se transformarem, com alterações na roupa, cabelo e maquilhagem. 

 
Os participantes fazem uma sessão de fotografia antes e após a transformação. Os resultados estão publicados no site da escola e são impressionantes. Há também diversas revistas e jornais da Letónia que são parceiros do projeto e têm vindo a divulgar as transformações. 
 

Egor, de 38 anos, é diretor de um estúdio de design e foi alvo de uma transformação feita pelos alunos do estilista, em 2012

“Não queremos mudar as pessoas mas sim encontrar a imagem dos clientes – é essa a principal tarefa de um estilista. A imagem é, acima de tudo, a pessoa, a sua personalidade. E a roupa, o penteado, a maquilhagem são o meio pelo qual o designer faz essa personalidade emergir”, defende o estilista na página da escola. 

 
“Não devemos desejar uma alteração radical da aparência exterior. Nalguns casos, basta uma pequena mudança que faz toda diferença, noutros é apenas uma pequena correção”, conclui Bogomolov.


Alina, 48 anos, empregada de um estabelecimento de restauração (Riga, 2013)

[Notícia sugerida por Vanessa Dias]

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