Negócios e Empreendorismo

Elisabete Jacinto: “O que me move é ir mais longe”

A culpa foi dos amigos que a desafiaram a participar na primeira competição, em 1992. Nessa primeira prova em que participou de mota, o rali Grândola 300, Elisabete não conseguiu chegar ao fim mas o bichinho da competição ficou instalado. A professor
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A culpa foi dos amigos que a desafiaram a participar na primeira competição, em 1992. Nessa primeira prova em que participou de mota, o rali Grândola 300, Elisabete não conseguiu chegar ao fim mas o bichinho da competição ficou instalado. A professora de Geografia foi acumulando vitórias, grandes e pequenas, dentro e fora do país. Em 2002 trocou as motas pelos camiões. E este ano, o “impossível” aconteceu. No Rali da Tunísia, Elisabete Jacinto, 46 anos, tornou-se a primeira mulher a triunfar numa Taça do Mundo aos comandos de um camião.

Em entrevista ao Boas Noticias, a campeã fala das suas motivações, do apoio da família e dos fãs, e do seu último projeto, o livro de aventuras “Irina no Master Rali” que chega esta quarta-feira, dia 16 de junho, às bancas. E porque o mundo Todo-o-Terreno não pára, Elisabete está já a preparar-se para o próximo grande desafio: o Rali África Race, substituto do Dakar em África.



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